Em julho de 2026, a Anatel levou à Justiça do Rio de Janeiro um alerta que revela uma das fraturas mais silenciosas da modernidade: comunidades inteiras em regiões remotas do Brasil dependem de um único fio — um contrato entre a Oi e a Hughes — para acessar o telefone fixo, os serviços de emergência e o mundo. Com a operadora em recuperação judicial e sua unidade de telefonia fixa em processo de venda para a Método Telecomunicações, esse fio corre o risco de ser cortado antes que outro seja estendido em seu lugar. O que está em jogo não é apenas um contrato comercial, mas a presença do Estado
Rompimento entre Oi e Hughes pode causar apagão de telefonia em localidades, alerta Anatel
Potencial interrupção de serviço telefônico fixo afetaria aproximadamente 7,4 mil localidades dependentes de infraestrutura de satélite, incluindo números de emergência e utilidade pública.