Há histórias em que o medo, em vez de paralisar, abre uma porta. Emily Morrison tinha oito anos quando um filme a aterrorizou com a imagem de um tubarão — e foi exatamente esse pavor que seu pai transformou em convite à curiosidade. Décadas depois, a bióloga marinha americana carrega 106 tatuagens de tubarões no corpo, um recorde mundial reconhecido pelo Guinness, e uma carreira inteira construída sobre a metamorfose de uma fobia infantil em vocação científica.