Há uma tensão antiga entre o que a tecnologia promete e o que ela ainda não consegue cumprir. Elon Musk prevê que robôs humanoides superarão os melhores cirurgiões humanos em até três anos, mas especialistas como Dyego Benevenuto, diretor de cirurgia robótica da Rede D'Or, lembram que a sala de cirurgia exige muito mais do que precisão mecânica — exige julgamento, liderança e a capacidade de enfrentar o inesperado. Os robôs já operam ao lado dos médicos há uma década, ampliando suas capacidades, mas sempre sob o comando de uma mente humana que carrega a responsabilidade final.