RN ultrapassa 900 mil pessoas com nova Carteira de Identidade Nacional

Quase um milhão de usuários já identificados com a nova carteira
Rio Grande do Norte aproxima-se de 900 mil pessoas com a Carteira de Identidade Nacional biométrica.
Mark

Por que a biometria é tão importante nesse novo documento? Parece apenas um detalhe técnico.

Mimi

Não é detalhe. Órgãos como o INSS agora exigem identificação biométrica para liberar benefícios sociais. A CIN é o documento que faz isso funcionar. Sem ela, o cidadão fica fora de programas que dependem dessa validação.

Luke

Mas a gente sabe quantas pessoas foram impedidas de acessar benefícios porque não tinham a CIN ainda? Ou é mais uma exigência que está sendo implementada conforme o documento se expande?

Mark

E quanto ao prazo de 30 dias? Isso não é muito tempo para quem precisa do documento urgentemente?

Mimi

É uma questão de integração. O documento passa por processamento biométrico e precisa se conectar com sistemas da Receita Federal e do Ministério da Justiça. Cada carteira recebe um código QR enviado de Brasília. Não é simples.

Luke

Entendo a complexidade, mas 30 dias é o tempo médio ou o máximo? Há casos que demoram mais? E quantas pessoas estão aguardando nesse momento?

Mark

A versão digital pelo Gov.br resolve o problema enquanto a pessoa espera?

Mimi

Parcialmente. A versão digital tem as mesmas informações, mas nem todos os serviços a aceitam ainda. Alguns ainda exigem o documento físico.

Luke

Então a gente tem um documento novo que é obrigatório para certos serviços, mas leva 30 dias para chegar, e a versão digital não é universalmente aceita. Isso cria um período de vulnerabilidade para quem precisa acessar benefícios.

Mark

E a carteira antiga, a "verdinha", continua válida até 2032. Isso dá tempo para as pessoas migrarem?

Mimi

Teoricamente sim. Mas a tendência é que serviços que exigem autenticação digital deixem de aceitar a carteira antiga antes de 2032. Então o prazo é mais curto na prática.

Luke

Isso significa que pessoas que não conseguem agendar ou que têm dificuldade com o processo online podem ficar sem acesso a serviços antes de 2032 chegar. Quantas pessoas estão nessa situação?

  • O Rio Grande do Norte está prestes a cruzar a marca de 900 mil portadores da nova Carteira de Identidade Nacional, sinal de uma adesão crescente e acelerada ao novo sistema.
  • A exigência biométrica por órgãos como o INSS cria pressão real sobre quem ainda depende do antigo RG para acessar benefícios sociais essenciais.
  • Vagas para agendamento abertas diariamente às 8h e 28 Centrais do Cidadão espalhadas pelo Estado tentam dar conta da demanda, mas o prazo médio de 30 dias revela a complexidade da integração federal.
  • A 'verdinha' segue válida até 2032, mas sua aceitação em serviços digitais já começa a estreitar — quem não migrar corre o risco de ficar à margem de sistemas que exigem autenticação biométrica.
  • A nova identidade é um dos pilares de uma digitalização mais ampla dos serviços públicos, no mesmo movimento que já produziu o CRLV digital e a CNH eletrônica.

No Rio Grande do Norte, quase um milhão de cidadãos já carregam consigo um novo modo de existir perante o Estado: a Carteira de Identidade Nacional, que substitui o antigo RG por um documento biométrico unificado sob o CPF. Mais do que uma troca de papel, trata-se de uma reconfiguração da relação entre o indivíduo e as instituições públicas — do INSS ao Gov.br —, em que a identidade passa a ser verificada pelo corpo e gerenciada em rede. O Estado potiguar avança nesse processo como parte de uma transformação mais ampla, na qual todos os documentos oficiais tendem a convergir para a palma da mão.

O Rio Grande do Norte está na iminência de atingir 900 mil portadores da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN), conforme revelou Jonathan Lourenço, agente da Polícia Científica, em entrevista à Jovem Pan News Natal. O Estado já havia superado os 800 mil identificados e segue em trajetória ascendente rumo à marca de quase um milhão de cidadãos com o novo documento.

A CIN representa uma mudança estrutural em relação ao antigo RG. Ela adota o CPF como identificador único nacional e incorpora tecnologia biométrica — a impressão digital do cidadão passa a validar sua identidade. Essa não é uma modernização apenas simbólica: o INSS, por exemplo, já exige identificação biométrica para concessão de benefícios sociais. O documento também existe em versão digital no aplicativo Gov.br, que pode reunir, de forma opcional, dados da CNH e do cartão SUS.

A emissão da primeira via é gratuita. O agendamento é feito online, com novas vagas disponibilizadas todos os dias úteis a partir das 8h. O atendimento ocorre nas 28 Centrais do Cidadão do Estado — em Natal, há postos nas Zonas Norte e Sul, no Alecrim e na Rodoviária, com uma nova unidade prevista na Ribeira até o fim do ano. Para emitir o documento, basta apresentar certidão de nascimento ou casamento; outros documentos são opcionais.

O prazo médio de entrega é de até 30 dias, reflexo do processamento biométrico e da integração com sistemas federais — Receita Federal, Ministério da Justiça e o código QR enviado de Brasília. Essa complexidade, segundo Lourenço, é o preço da segurança e da coerência com a base de dados nacional.

A antiga carteira permanece válida até 2032, mas sua ausência de biometria já a coloca em desvantagem em serviços que exigem autenticação digital. A CIN integra-se ao Gov.br e permite ao governo monitorar em tempo real quantos cidadãos estão identificados no sistema. O movimento faz parte de uma tendência maior: a concentração de todos os documentos oficiais em um único ambiente digital, acessível pelo celular — transformação da qual a Carteira de Identidade Nacional é hoje um dos principais pilares.

Rio Grande do Norte está prestes a ultrapassar a marca de 900 mil pessoas portadoras da nova Carteira de Identidade Nacional, o documento que veio substituir o antigo RG. A informação saiu da boca de Jonathan Lourenço, agente da Polícia Científica, durante uma entrevista ao programa Tribuna Livre, da Jovem Pan News Natal. Lourenço confirmou que o Estado já havia superado os 800 mil identificados e segue em trajetória para atingir quase um milhão de usuários com o novo documento.

A CIN funciona de forma radicalmente diferente do RG que a maioria dos potiguares conhece. O documento usa o número do CPF como identificador único em todo o país e incorpora tecnologia biométrica — ou seja, a impressão digital do cidadão valida sua identidade. Essa característica não é apenas uma modernização estética. Órgãos como o INSS agora exigem identificação biométrica para conceder benefícios sociais, e a Carteira de Identidade Nacional é o documento que cumpre esse requisito. Para quem preferir, existe também uma versão digital acessível pelo aplicativo Gov.br, que reúne outros documentos do cidadão, como dados da Carteira Nacional de Habilitação e do SUS — esses últimos opcionais para quem desejar incluir.

O processo de obtenção é gratuito na primeira via. O cidadão precisa fazer um agendamento no site, onde novas vagas são abertas todos os dias úteis a partir das 8 da manhã. O atendimento acontece nas Centrais do Cidadão espalhadas pelo Estado — atualmente são 28 unidades. Em Natal, existem postos nas Zonas Norte e Sul, no Alecrim e na Rodoviária, com previsão de uma nova central na Ribeira até o fim do ano. Para emitir o documento, basta apresentar certidão de nascimento ou casamento, original ou cópia autenticada. Documentos como CNH, carteira de trabalho e título de eleitor são opcionais. Quem quiser incluir tipo sanguíneo precisa apresentar exame laboratorial ou carteira de doador de sangue, já que essa informação é considerada sensível.

O prazo médio para receber a carteira é de até 30 dias. Esse tempo maior existe porque o documento passa por processamento biométrico e integração com sistemas nacionais, como os da Receita Federal e do Ministério da Justiça. Além disso, cada carteira recebe um código QR que é enviado de Brasília, o que significa que a emissão depende da coordenação entre vários órgãos federais. Lourenço explicou que essa complexidade é necessária para garantir segurança e integração com a base de dados nacional.

A antiga carteira de identidade — conhecida como "verdinha" — continua válida até 2032, mas não possui identificação biométrica. Isso significa que ela pode deixar de ser aceita em serviços que exijam autenticação digital. A nova identidade se integra ao Gov.br e contribui para que o governo tenha números atualizados e dados do cidadão em tempo real. Lourenço destacou que essa integração facilita o acompanhamento de quantos cidadãos já estão identificados no sistema. O avanço faz parte de uma tendência maior de digitalização dos serviços públicos — o mesmo movimento que já levou ao CRLV digital e à CNH eletrônica. A perspectiva é que todos os documentos oficiais estejam concentrados no sistema do governo, permitindo que o cidadão apresente tudo pelo celular. Essa transformação está em andamento, e a Carteira de Identidade Nacional é um dos pilares dessa mudança.

Passamos dos 800 mil já aqui no Rio Grande do Norte, dos identificados com a nova carteira. Estamos nos aproximando já dos 900 mil.
— Jonathan Lourenço, agente da Polícia Científica
A tendência vai ser essa: que todas as informações, os documentos oficiais estejam todos no próprio sistema do governo. Fica mais fácil pro usuário poder apresentar até mesmo no celular dele.
— Jonathan Lourenço, agente da Polícia Científica
Fale Conosco FAQ