Em um país onde o debate educacional frequentemente se divide entre acesso e qualidade, Paulo Cruz — indicado para o Ministério da Educação pela candidatura de Renan Santos — propõe inverter a ordem das prioridades: antes de garantir a entrada na universidade, garantir que a escola básica forme cidadãos capazes de chegar lá por mérito próprio. Sua crítica às cotas não é uma negação da desigualdade, mas uma aposta de que tratar a raiz é mais honesto do que remediar a consequência. A proposta, apresentada em setembro de 2026, revela uma visão de educação centrada em ordem, disciplina e responsab