Real Time Big Data: Hana Ghassan lidera disputa pelo governo do Pará em 2026

Mais da metade dos paraenses ainda não havia decidido seu voto
Pesquisa mostra eleição em aberto a menos de três semanas do pleito no Pará.
Mark

Como assim mais de metade dos eleitores ainda não decidiu? Faltavam menos de três semanas para a eleição.

Mimi

Exatamente. Na pergunta espontânea, quando não recebem uma lista de nomes, 52% disseram que não sabem ou não responderam. Isso mostra que havia muito voto em jogo ainda.

Luke

Mas quando você apresenta os nomes — no cenário estimulado — os números mudam bastante. Ghassan sobe de 18% para 40%. Isso é uma diferença enorme.

Mimi

É verdade. O método importa muito. Quando o eleitor vê os nomes dos candidatos, consegue escolher. Mas sozinho, sem a lista, a maioria ainda estava em dúvida.

Mark

E no Senado, parece que a segunda cadeira é uma bagunça. Três candidatos com votações muito próximas.

Mimi

Chicão e Zequinha Marinho estão tecnicamente empatados em 13%, e Éder Mauro tem 16%. A margem de erro é de 2 pontos, então qualquer um deles pode terminar em segundo lugar.

Luke

Importante lembrar que essa pesquisa foi feita entre 10 e 14 de setembro. Muita coisa pode ter mudado entre aí e o dia da votação.

Mark

A pesquisa foi contratada pela Rede Record. Isso importa?

Luke

Não necessariamente invalida nada, mas é bom saber quem pagou. O instituto é respeitado, a metodologia parece sólida — 1.600 entrevistados, 95% de confiança. Mas sim, é informação que o leitor deve ter.

Mimi

E o registro no TSE garante que tudo foi feito dentro das regras. Não é uma pesquisa clandestina.

Mark

Então o que a gente aprende com isso tudo?

Mimi

Que Ghassan tinha uma vantagem clara para governadora, mas que havia espaço para movimento. E que o Senado era uma corrida aberta, especialmente para a segunda cadeira.

  • Hana Ghassan (MDB) abre vantagem de cinco pontos sobre Dr. Daniel no primeiro turno, mas a margem é estreita o suficiente para manter a disputa viva.
  • Mais de 52% dos paraenses não souberam ou não quiseram indicar um nome espontaneamente para governador, revelando um eleitorado ainda à deriva.
  • No Senado, Helder (MDB) lidera com folga, mas a segunda vaga concentra quatro candidatos em um intervalo de apenas seis pontos percentuais.
  • A pesquisa, encomendada pela Rede Record e registrada no TSE, entrevistou 1.600 pessoas entre 10 e 14 de setembro, com margem de erro de dois pontos e confiança de 95%.
  • O cenário aponta para uma eleição que será decidida na reta final, quando o grande bloco de indecisos começar a se mover.

A menos de um ano das eleições de 2026, o Pará apresenta um campo político ainda em formação: Hana Ghassan lidera as intenções de voto para o governo estadual, mas mais da metade dos eleitores permanece indecisa — um lembrete de que números de pesquisa capturam um instante, não um destino. No Senado, a segunda cadeira segue como território contestado, onde pequenas variações podem redesenhar o mapa do poder regional.

O instituto Real Time Big Data divulgou nesta terça-feira um retrato das eleições de 2026 no Pará — e o que o levantamento mostra, acima de tudo, é uma disputa longe de estar resolvida.

Para o governo estadual, Hana Ghassan, do MDB, aparece na frente com 40% das intenções de voto no primeiro turno, contra 35% de Dr. Daniel, do Podemos. Em um eventual segundo turno, a diferença se mantém: 42% a 36%. Mas há uma ressalva importante: quando a pergunta é feita de forma espontânea, sem lista de nomes, Ghassan cai para 18%, Daniel para 16%, e 52% dos entrevistados simplesmente não souberam responder. A eleição, portanto, está em aberto — com um contingente expressivo de eleitores ainda sem rumo definido.

No Senado, o quadro é ainda mais fragmentado. Helder, também do MDB, lidera com 36%, mas a segunda cadeira concentra uma batalha entre Delegado Éder Mauro (PL, 16%), Chicão (União, 13%), Zequinha Marinho (Podemos, 13%) e Celso Sabino (PDT, 11%). Os demais candidatos não ultrapassam 3% individualmente.

A pesquisa, contratada pela Rede Record e registrada no TSE sob o número PA-00415/2026, ouviu 1.600 pessoas entre 10 e 14 de setembro, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

O instituto Real Time Big Data divulgou nesta terça-feira uma pesquisa de intenção de voto que mapeia o cenário político para as eleições de 2026 no Pará, revelando uma disputa ainda em aberto tanto para o governo estadual quanto para as duas cadeiras do Senado.

Para o cargo de governadora, Hana Ghassan, do MDB, aparece na frente com 40% das intenções de voto em um cenário de primeiro turno. Seu principal concorrente, Dr. Daniel, do Podemos, fica com 35%. A diferença se mantém em um eventual segundo turno, onde Ghassan alcança 42% contra 36% de Dr. Daniel. O levantamento, contratado pela Rede Record de Televisão, entrevistou 1.600 pessoas entre 10 e 14 de setembro, com margem de erro de 2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

Mas há um detalhe que complica qualquer leitura definitiva desses números: mais da metade dos eleitores paraenses ainda não havia decidido seu voto para governador quando a pesquisa foi realizada. Na pergunta espontânea — aquela em que o eleitor responde sem receber uma lista de nomes — Ghassan aparecia com apenas 18%, Dr. Daniel com 16%, e 52% dos entrevistados disseram não saber ou não responderam. Isso significa que a eleição estava longe de estar definida, com um grande contingente de votantes ainda em movimento.

No Senado, o quadro é ainda mais fragmentado. Helder, também do MDB, lidera a corrida com 36% das intenções de voto. A segunda cadeira, porém, permanece em disputa aberta. Delegado Éder Mauro, do PL, aparece com 16%. Chicão, da União, e Zequinha Marinho, do Podemos, estão tecnicamente empatados, ambos com 13%. Celso Sabino, do PDT, vem em seguida com 11%. Os demais candidatos — Lívia Noronha, Gizelle Freitas, Conti e outros — não conseguem ultrapassar 3% cada um. Coronel Jonildo, Edilaine Rodrigues, Breno Guimarães e Fernanda Lopes não pontuaram na pesquisa.

A Gazeta do Povo publica regularmente pesquisas eleitorais dos principais institutos de opinião pública do país como forma de acompanhar a evolução do cenário político. Esses levantamentos oferecem uma leitura do momento baseada em amostras representativas da população, mas é importante notar que a metodologia — o modo como as perguntas são formuladas, a composição da amostra e o método de entrevista — pode influenciar significativamente nos resultados. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número PA-00415/2026.

Mais da metade dos paraenses não definiu voto a governador a menos de 20 dias para a eleição
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