Em um tempo em que o cotidiano e a vigilância se entrelaçam de formas cada vez mais sutis, os óculos inteligentes Ray-Ban Meta revelam uma camada de coleta de dados que vai muito além do que a publicidade sugere. Transcrições de voz, imagens processadas por inteligência artificial e capturas armazenadas em servidores corporativos compõem um retrato invisível do usuário — construído a cada comando, a cada olhar. A questão não é apenas técnica: é sobre o quanto cedemos de nós mesmos em troca de conveniência, e se essa troca é verdadeiramente consciente.