Quaest: Doutor Daniel lidera com 44% na última pesquisa para governador do PA

Crescimento de 16 pontos em dois meses consolida liderança
Doutor Daniel avançou de 28% em agosto para 44% agora, marcando trajetória ascendente na disputa pelo governo.
Mark

Como uma pesquisa de 1.800 pessoas em 70 cidades consegue representar todo um estado?

Mimi

A Quaest usa metodologia de amostragem estatística. Com esse tamanho e distribuição geográfica, a margem de erro de dois pontos é considerada confiável para capturar tendências gerais.

Luke

Confiável segundo quem? A margem de erro é calculada pelo próprio instituto. Não sabemos se houve validação externa ou se essa metodologia foi testada em eleições anteriores no Pará.

Mark

O crescimento de Doutor Daniel de 28% para 44% em dois meses é real ou pode ser variação dentro da margem de erro?

Mimi

O crescimento é real. Mesmo na pior hipótese — 42% agora contra 30% em agosto — ainda há movimento significativo. A tendência de alta aparece em todas as três medições.

Luke

Verdade, mas não sabemos se a margem de erro era a mesma em agosto. Se era maior, o crescimento pode ser menor do que parece. E não temos contexto sobre o que mudou na campanha entre agosto e setembro.

Mark

Por que Hana Ghassan recuou de 32% para 31%?

Mimi

Pode ser flutuação normal, ou pode indicar que seu pico em setembro não se sustentou. Mas dentro da margem de erro, é praticamente estável.

Luke

Exatamente — é tão pequeno que não podemos afirmar que houve recuo real. Pode ser ruído estatístico. O que sabemos é que ela não cresceu.

Mark

Se Doutor Daniel tem 57% dos votos válidos, ele realmente vence no primeiro turno?

Mimi

Segundo a legislação eleitoral, sim. Precisa de 50% mais um dos votos válidos. Com 57%, ele ultrapassa esse patamar.

Luke

Mas isso assume que os indecisos se distribuem proporcionalmente ou não votam. Se 18% dos eleitores ainda não decidiram, eles podem mudar o resultado. A pesquisa não nos diz como eles se comportarão.

  • Doutor Daniel saltou de 28% em agosto para 44% agora, um crescimento de 16 pontos que sinaliza uma campanha em processo acelerado de consolidação.
  • Hana Ghassan, governadora pelo MDB, chegou a subir para 32% em setembro, mas recua ligeiramente em outubro, ampliando a distância para o líder a 13 pontos percentuais.
  • Com 18% de indecisos ainda no campo, a disputa mantém uma zona de incerteza — mas a tendência de conversão de indecisos favorece o candidato que já lidera com folga.
  • Calculados apenas os votos válidos, Doutor Daniel alcança 57% contra 40% de Hana Ghassan, colocando-o na fronteira exata de uma vitória no primeiro turno.
  • Os demais candidatos — Araceli Lemos com 2% e Ruth Reis com 1% — não conseguem mobilizar apoio suficiente para alterar a dinâmica bipolar da disputa.

No estado do Pará, a corrida pelo governo chega à sua reta final com um quadro que os números traduzem em clareza crescente: Doutor Daniel, do Podemos, acumulou ao longo de três meses uma vantagem que a última pesquisa Quaest — encomendada pela TV Liberal e realizada em 70 municípios com 1.800 eleitores — consolida em 44% das intenções de voto. A trajetória ascendente desde agosto, quando marcava 28%, sugere não apenas preferência, mas comprometimento do eleitorado. Com 57% dos votos válidos projetados, o instituto aponta para uma possível definição já no primeiro turno — um desfecho que, se confirmado, redesenhará o mapa político paraense.

A última pesquisa Quaest antes do pleito paraense, encomendada pela TV Liberal e realizada em 70 cidades com 1.800 eleitores, revela um cenário de liderança consolidada. Doutor Daniel, do Podemos, marca 44% das intenções de voto — com margem entre 42% e 46% —, após uma trajetória que começou em 28% em agosto, avançou para 41% em setembro e agora se estabiliza em patamar que o instituto considera suficiente para vitória no primeiro turno.

Hana Ghassan, atual governadora pelo MDB, ocupa a segunda posição com 31%, variando entre 29% e 33%. Seu percurso também foi ascendente — saiu de 27% em agosto e chegou a 32% em setembro —, mas o recuo de outubro interrompe esse movimento. Os demais candidatos permanecem em posições marginais: Araceli Lemos, do Psol, com 2%, e Ruth Reis, do Democrata, com 1%. Dezoito por cento dos eleitores ainda se declaram indecisos.

Quando o cálculo considera apenas os votos válidos, o quadro se torna ainda mais favorável a Doutor Daniel: 57% contra 40% de Hana Ghassan. A distância de 17 pontos nessa métrica configura um cenário de difícil reversão para a governadora. O crescimento consistente do líder ao longo dos três levantamentos sucessivos sugere que sua campanha converteu preferências difusas em comprometimento real — e que o eleitorado paraense caminha para uma definição antecipada.

A pesquisa Quaest encomendada pela TV Liberal desenha um cenário de liderança consolidada na corrida pelo governo do Pará. Doutor Daniel, do Podemos, aparece com 44% de intenção de voto, uma trajetória ascendente que começou em agosto com 28%, passou por 41% em setembro e agora se estabiliza em patamares que o instituto considera suficientes para vitória já no primeiro turno. A margem de erro de dois pontos percentuais situa sua votação entre 42% e 46%.

O levantamento, realizado entre sexta-feira e sábado passado em 70 cidades do estado, ouviu 1.800 eleitores. Hana Ghassan, atual governadora pelo MDB, ocupa a segunda posição com 31% das intenções de voto, variando entre 29% e 33% quando considerada a margem de erro. Seu próprio trajeto mostra movimento: começou em agosto com 27%, subiu para 32% em setembro e agora recua ligeiramente. Os demais candidatos ocupam posições marginais: Araceli Lemos, do Psol, marca 2%; Ruth Reis, do Democrata, 1%. Nenhum outro nome consegue pontuar. Dezoito por cento dos eleitores ainda se declaram indecisos, enquanto 4% indicam que votarão em branco, nulo ou não comparecerão às urnas.

Quando o instituto recalcula os números considerando apenas votos válidos — excluindo brancos, nulos e abstenções — o quadro se torna ainda mais favorável a Doutor Daniel. Ele alcança 57% dos votos válidos, com variação entre 55% e 59% conforme a margem de erro. Nesse cenário, Hana Ghassan aparece com 40%, podendo variar entre 38% e 42%. Araceli Lemos permanece com 2% e Ruth Reis com 1%. Nenhum outro candidato consegue representação nessa métrica.

A progressão de Doutor Daniel ao longo dos três meses de pesquisas sucessivas marca uma tendência clara de consolidação. O crescimento de 16 pontos percentuais desde agosto — passando por um avanço de 13 pontos entre agosto e setembro, depois estabilizando com ganho de 3 pontos em outubro — sugere que sua campanha conseguiu converter intenções em comprometimento. A redução simultânea de indecisos, que não aparecem nos dados anteriores mencionados, reforça essa leitura de definição do eleitorado.

Para Hana Ghassan, a dinâmica é inversa. Seu crescimento inicial de 5 pontos entre agosto e setembro não se sustentou. O recuo de 1 ponto em outubro, mesmo dentro da margem de erro, representa uma inflexão após o pico de setembro. Ela permanece como segunda força na disputa, mas a distância para o líder — 13 pontos percentuais em intenção geral, 17 pontos quando considerados apenas votos válidos — configura um cenário de dificuldade para reversão.

Os candidatos menores da disputa não conseguem mobilizar apoio significativo. A fragmentação em torno de Doutor Daniel e Hana Ghassan deixa pouco espaço para que outras candidaturas ganhem tração. O instituto Quaest, que realizou este levantamento, posiciona-se como responsável pela última pesquisa antes do pleito, o que confere peso adicional aos seus números como fotografia final do momento eleitoral.

Segundo o instituto, Doutor Daniel pode vencer a disputa já no primeiro turno com 57% dos votos válidos
— Instituto Quaest
Möchten Sie die ganze Geschichte? Das Original lesen bei G1 ↗
Kontakt FAQ