Em Cabo Frio, mulheres quilombolas e marisqueiras encontram no barro um caminho de volta às suas origens. O projeto Somos Divas na Luz do Candeeiro, ativo desde 2020, oferece formação em cerâmica como ponte entre o saber ancestral e o presente — lembrando que a arte, quando enraizada na memória coletiva, tem o poder de fortalecer identidades e reconstruir vínculos que o tempo ameaça apagar.
Projeto Somos Divas forma mulheres quilombolas e marisqueiras em cerâmica
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Viés e Enquadramento
Artigo promove iniciativa de formação em cerâmica para mulheres quilombolas e marisqueiras com linguagem positiva e celebratória, sem apresentar perspectivas críticas ou contrapontos.
Enquadramento celebratório e promocional que destaca exclusivamente aspectos positivos da iniciativa, utilizando narrativas de empoderamento e preservação cultural sem questionar efetividade, alcance ou desafios estruturais.
Impacto Geopolítico
Iniciativa de empoderamento feminino em comunidades quilombolas e marisqueiras do Rio de Janeiro utiliza cerâmica como ferramenta de preservação cultural e transformação social.
Fortalecimento do protagonismo de mulheres quilombolas e marisqueiras através da valorização de saberes ancestrais e práticas artesanais tradicionais, promovendo autonomia econômica e cultural em comunidades historicamente marginalizadas.
Alinhado com políticas de reconhecimento de direitos quilombolas e preservação de patrimônio imaterial no Brasil, refletindo movimentos globais de empoderamento de comunidades tradicionais.
Lente Econômica
Projeto de cerâmica fortalece mulheres quilombolas e marisqueiras em Cabo Frio e Armação dos Búzios, gerando renda artesanal e preservação cultural como instrumento de transformação social.
Potencial aumento na oferta de produtos artesanais de cerâmica com valor cultural agregado, beneficiando consumidores interessados em produtos autênticos e sustentáveis, além de gerar renda para comunidades quilombolas e marisqueiras.
Demonstra modelo de política pública de inclusão social e preservação cultural que pode ser replicado em outras regiões. Sugere necessidade de investimentos contínuos em educação profissional para populações tradicionais e apoio a cadeias de comercialização de produtos artesanais.