No Parque São Jorge, um objeto pequeno carregava um peso simbólico desproporcional: a camisa de Yuri Alberto, vestígio têxtil de uma conquista coletiva, foi retirada de seu lugar de memória por mãos que a desejavam, mas não tinham direito a ela. Em menos de dois dias, a polícia de São Paulo transformou imagens em identidade, identidade em responsabilização, e devolveu ao Corinthians não apenas um uniforme, mas um fragmento de sua própria narrativa.