Em Presidente Prudente, o que circulava em silêncio num grupo fechado de mensagens tornou-se, em poucos dias, um caso criminal e um protesto coletivo: estudantes universitárias tiveram suas imagens retiradas de redes sociais sem consentimento e submetidas a um ranking sexual depreciativo, organizado por homens que as avaliavam com termos obscenos. A Polícia Civil abriu investigação formal, e a Universidade do Oeste Paulista iniciou apuração interna, enquanto ativistas nomearam o episódio pelo que entendem ser sua raiz mais profunda — não um desvio individual, mas uma expressão organizada de mi
Polícia investiga 'ranking' sexual com fotos de alunas de universidade em SP
Alunas universitárias tiveram suas imagens expostas sem consentimento e foram submetidas a assédio sexual e objetificação em ranking depreciativo.