Plata celebra gol histórico e classificação do Equador: 'Muito mais vivos agora'

Estamos muito mais vivos do que antes
Plata reflete sobre a transformação do Equador após a classificação para o mata-mata.
Mark

Como você explica um gol marcado com a ponta do pé, em uma situação tão apertada, contra um goleiro como Neuer?

Mimi

Não era sobre técnica pura. Era sobre estar no lugar certo, antecipando o movimento. Tah me empurrou, e isso me ajudou a chegar primeiro na bola. Neuer é extraordinário, mas naquele momento ele não conseguiu reagir.

Mark

A torcida gritando "sí, se puede" — você realmente sentia isso como uma força dentro de campo?

Mimi

Absolutamente. Aquele grito não era só barulho. Era a voz do povo dizendo que era possível. Quando você ouve isso repetido, você começa a acreditar também. Virou nosso amuleto.

Mark

Vocês começaram mal, perdendo e empatando. Como se muda a mentalidade de um time em uma situação dessas?

Mimi

Sofremos muito. Queríamos a classificação antes, mas ela não vinha. Quando você chega à terceira partida sabendo que é tudo ou nada, você fica diferente. Mais vivo. Mais focado.

Mark

Você diz que estão "muito mais vivos agora". O que isso significa exatamente?

Mimi

Significa que temos convicção. Sabemos que é possível. Dependemos de nós mesmos, de estarmos presentes, de darmos tudo. Antes havia dúvida. Agora não.

Mark

Como é jogar em um torneio com expectativas tão altas e depois enfrentar esses tropeços?

Mimi

Chegamos com sonhos grandes, como qualquer seleção. Mas o futebol te ensina humildade. Aquelas duas primeiras partidas nos machucaram, mas também nos prepararam para este momento. Agora entendemos o que está em jogo.

Mark

E quanto ao que vem pela frente? Vocês têm ideia de quem podem enfrentar?

Mimi

Ainda não sabemos. Temos que esperar o fim da terceira rodada. Mas não importa quem seja. Chegamos aqui com fome, e vamos lutar contra qualquer um.

  • O Equador chegou ao jogo decisivo contra a Alemanha encostado na parede: duas rodadas, dois tropeços, e a eliminação rondando como sombra.
  • Quando a Alemanha abriu o placar logo no início, o silêncio poderia ter engolido qualquer esperança — mas a torcida respondeu com seu mantra: 'Sí, se puede'.
  • Plata aproveitou um escanteio, recebeu um empurrão involuntário de Tah e tocou a bola com a ponta do pé, surpreendendo até o experiente Neuer para selar a virada.
  • Com quatro pontos e a terceira posição no Grupo E, o Equador avança ao mata-mata sem saber ainda quem será seu adversário nas oitavas de final.
  • O vestiário equatoriano saiu transformado: 'Estamos muito mais vivos do que antes', declarou Plata, descrevendo um grupo que tocou o fundo e encontrou razão para continuar.

No MetLife Stadium, em Nova Jersey, o Equador encontrou na adversidade o combustível para uma virada histórica. Gonzalo Plata, atacante do Flamengo, converteu um gol de oportunismo aos 31 minutos do segundo tempo para superar a Alemanha por 2 a 1 e garantir a classificação equatoriana ao mata-mata da Copa do Mundo. Depois de duas derrotas que abalaram as esperanças de uma nação, a seleção provou que a redenção, quando chega, carrega o sabor amargo e necessário da sobrevivência.

No MetLife Stadium, em Nova Jersey, Gonzalo Plata fez o que o Equador precisava: marcou. Aos 31 minutos do segundo tempo, após um escanteio, o atacante do Flamengo tocou a bola com a ponta do pé e viu o placar virar para 2 a 1 contra a Alemanha. Não foi um gol de técnica elaborada — foi um gol de oportunismo, de quem estava atento enquanto Jonathan Tah o marcava de perto. Neuer ficou imóvel. A bola entrou. O Equador respirou.

A classificação chegava depois de duas rodadas que machucaram. A derrota para a Costa do Marfim na estreia e o empate sem gols com Curaçao haviam deixado marcas profundas num time que chegou ao torneio com grandes expectativas. Mas o futebol não funciona por merecimento. Às vezes a redenção vem tarde, e quando vem, sabe a sobrevivência.

Plata sabia disso. Depois da partida, ele falou sobre a torcida equatoriana que não parou de gritar 'Sí, se puede' nas arquibancadas. 'Acho que esse é o nosso amuleto', disse. 'Eu acredito que é possível.' Sobre o lance, foi honesto: o empurrão de Tah, paradoxalmente, o ajudou. E vencer Neuer duas vezes num mesmo jogo não é pouca coisa.

Com a vitória, o Equador terminou em terceira posição do Grupo E com quatro pontos. Algo havia mudado na forma como os jogadores se viam. 'Estamos muito mais vivos do que antes', afirmou Plata — não como frase feita, mas como descrição precisa de um grupo que tocou o fundo e encontrou uma razão para continuar. Agora, a seleção aguarda o fim da terceira rodada para conhecer seu adversário nas oitavas de final, carregando nos ombros um gol histórico e a certeza de que ainda há muito a ser feito.

No MetLife Stadium, em Nova Jersey, Gonzalo Plata fez o que o Equador precisava fazer: marcou. Aos 31 minutos do segundo tempo, após um escanteio, o atacante do Flamengo tocou a bola com a ponta do pé e a viu entrar, virando o placar contra a Alemanha para 2 a 1. Não foi um gol de técnica elaborada. Foi um gol de oportunismo, de quem estava atento enquanto Jonathan Tah o marcava de perto. Neuer, o goleiro alemão, ficou imóvel. A bola entrou. O Equador respirou.

Essa classificação para o mata-mata da Copa do Mundo chegava depois de duas rodadas que machucaram. O time perdeu da Costa do Marfim na estreia e empatou sem gols com Curaçao. Quem acompanhava a campanha equatoriana nas Eliminatórias esperava mais. Muito mais. Mas o futebol não funciona assim. Às vezes a redenção vem tarde, e quando vem, vem com gosto de sobrevivência.

Plata sabia disso. Depois da partida, o jogador falou sobre o que havia acontecido dentro de campo e fora dele. A torcida equatoriana nas arquibancadas não parou de gritar. "Sí, se puede", diziam. Sim, podemos. Era um mantra, uma insistência, um empurrão sonoro que ditava o ritmo da busca pela virada. Plata ouviu. Plata acreditou. "Acho que esse é o nosso amuleto", disse ele. "É o que os torcedores sempre gritam. E eu acredito que é possível."

Sobre o lance do gol em si, Plata foi honesto. Tah o empurrou quando ele se lançava para a bola, e aquele empurrão, paradoxalmente, o ajudou. Mas havia algo maior em jogo: Manuel Neuer é um goleiro de história incrível, muito difícil de vencer. O Equador conseguiu marcá-lo duas vezes naquele dia. Plata celebrou a performance coletiva. "A equipe esteve muito, muito bem", completou.

Com a vitória, o Equador terminou em terceira posição do Grupo E com quatro pontos. Não era a trajetória que o time havia imaginado quando chegou ao torneio com grandes expectativas. As duas primeiras partidas deixaram marcas. O grupo sofreu. Mas agora, com a vaga garantida no mata-mata, algo havia mudado na forma como os jogadores se viam. "Estamos muito mais vivos do que antes", afirmou Plata. Não era apenas uma frase. Era a descrição de um time que havia tocado fundo e encontrado uma razão para continuar.

O atacante reconheceu que a equipe havia chegado ao confronto contra a Alemanha com fome de classificação, com a urgência de quem não pode mais errar. Aquele primeiro minuto, quando a Alemanha marcou, poderia ter sido o fim. Mas não foi. "Penso que é melhor dessa forma", disse Plata, refletindo sobre como a adversidade havia moldado o que viria a seguir. Agora o Equador aguardava o fim da terceira rodada para saber exatamente qual seria sua posição entre os terceiros colocados e quem enfrentaria nas oitavas de final. A jornada continuava, mas desta vez com um gol histórico nos ombros e a sensação de que ainda havia muito a ser feito.

Acho que esse é o nosso amuleto. É o que os torcedores sempre gritam. E eu acredito que é possível. Estamos convencidos de que é possível.
— Gonzalo Plata
Sabemos que é um goleiro muito, muito, muito difícil de fazer gol. Graças a Deus, hoje conseguimos fazer dois nele.
— Gonzalo Plata, sobre Manuel Neuer
Vuoi la storia completa? Leggi l'originale su LANCE ↗
Contattaci Domande frequenti