Pesquisa Quaest mostra Marina JHC e Arthur Lira empatados na disputa pelo Senado em AL

Seis em cada dez eleitores não conseguem citar um candidato
Na pesquisa espontânea, 60% dos entrevistados ficaram indecisos quando não viram os nomes dos candidatos.
Mark

O que essa pesquisa realmente nos diz sobre quem vai ganhar em Alagoas?

Mimi

Honestamente, muito pouco ainda. Marina e Arthur estão empatados em 20%, Renan em 17%. Mas 60% dos eleitores não conseguem nem citar um candidato quando perguntados espontaneamente. Isso significa que a maioria ainda não tem uma escolha clara.

Luke

Espera aí — 60% indecisos na espontânea é um número enorme. Mas quando você mostra os nomes, só 16% ficam indecisos. Então na verdade as pessoas conhecem os candidatos, só não lembram deles de cabeça?

Mimi

Exatamente. É a diferença entre pesquisa espontânea e estimulada. Quando você mostra os nomes, as pessoas conseguem responder. Mas isso também significa que o reconhecimento de marca é frágil.

Mark

E a rejeição? Renan tem 38% de rejeição, Arthur Lira tem 29%. Isso é alto?

Mimi

Muito alto. Significa que mais de um terço dos eleitores conhece Renan e diz que não votaria nele de jeito nenhum. Para Arthur Lira, é quase um terço. Marina tem apenas 23% de rejeição, o que é uma vantagem clara.

Luke

Mas a pesquisa também diz que 76% dos eleitores têm escolha definitiva. Se a maioria já decidiu, como é que 60% não conseguem citar um candidato?

Mimi

Boa pergunta. Acho que o que acontece é que muitos eleitores já sabem em quem vão votar quando veem o nome, mas não têm o candidato na ponta da língua. Ou talvez a "escolha definitiva" seja mais sobre "já decidi que não voto em fulano" do que "vou votar em sicrano".

Mark

E esses candidatos menores — Davi Davino, Dr. Wanderley — têm alguma chance?

Mimi

Davi tem 10% de intenção de voto e 46% de desconhecimento. Dr. Wanderley tem 7% e 57% de desconhecimento. Eles estão muito atrás, mas ainda têm tempo para crescer se conseguirem visibilidade.

Luke

Mas olha só — Alexandre Fleming tem 91% de desconhecimento e 0% de intenção de voto na pesquisa estimulada. Mariedson tem 93% de desconhecimento. Esses candidatos praticamente não existem na campanha.

Mimi

Verdade. Eles estão tão fora da disputa que é difícil nem considerá-los candidatos viáveis neste momento.

Mark

Então o que muda daqui até 4 de outubro?

Mimi

Tudo depende de quem consegue consolidar esses indecisos e converter a rejeição em votos. Marina tem a vantagem da menor rejeição. Arthur e Renan precisam trabalhar para melhorar sua imagem.

  • Marina JHC e Arthur Lira estão tecnicamente empatados com 20% cada na pesquisa estimulada, enquanto Renan os acompanha de perto com 17% — nenhum candidato conseguiu abrir vantagem decisiva.
  • A rejeição ameaça os favoritos: Renan lidera esse índice negativo com 38%, Arthur Lira acumula 29% e até Marina, a menos rejeitada, carrega 23% de eleitores que recusam seu nome.
  • Na pesquisa espontânea, 60% dos eleitores não conseguem citar nenhum candidato — um sinal de que a campanha ainda não penetrou no cotidiano de grande parte do eleitorado alagoano.
  • Com 23% dos eleitores admitindo que podem mudar de voto até o dia 4 de outubro, o campo de disputa permanece fluido e qualquer movimento de campanha pode alterar o resultado final.

Em Alagoas, a disputa por duas cadeiras no Senado revela um eleitorado ainda em formação de opinião: Marina JHC, Arthur Lira e Renan dividem a liderança em empate técnico, enquanto seis em cada dez eleitores sequer conseguem nomear um candidato sem auxílio. A pesquisa Quaest, divulgada em 25 de setembro, captura um momento em que o reconhecimento de nomes ainda não se converteu em convicção — e onde a rejeição pode pesar tanto quanto a preferência. Com as eleições marcadas para 4 de outubro de 2026, a corrida permanece genuinamente aberta.

A corrida pelo Senado em Alagoas segue sem um líder consolidado. A pesquisa Quaest, encomendada pela TV Asa Branca e divulgada em 25 de setembro, mostra Marina JHC e Arthur Lira empatados com 20% das intenções de voto na pesquisa estimulada, com Renan logo atrás, em 17%. O levantamento ouviu 804 pessoas entre 21 e 24 de setembro, com margem de erro de três pontos percentuais. Em 2026, Alagoas elegerá dois senadores simultaneamente — uma dinâmica que obriga os eleitores a distribuir dois votos e complica qualquer leitura simples dos números.

Quando a pesquisa separa os resultados por vaga, Marina lidera a primeira com 25%, seguida por Arthur Lira com 23% e Renan com 21%. Na segunda vaga, Arthur Lira sobe para 16%, Marina recua para 15% e Renan permanece em 14%. Davi Davino Filho, do Republicanos, aparece como quarto colocado na segunda vaga, com 12%. Os candidatos menores enfrentam um problema ainda mais fundamental: Alexandre Fleming é desconhecido por 91% dos eleitores, e Mariedson por 93%.

A rejeição é o dado que mais diferencia os três principais. Renan carrega 38% de rejeição entre quem o conhece — o maior índice do grupo. Arthur Lira tem 29% e Marina JHC, 23%, a menor entre os líderes. Esse contraste pode se tornar decisivo conforme a campanha avança e os eleitores indecisos começam a consolidar suas escolhas.

O grande volume de indefinição é o elemento mais revelador da pesquisa. Na versão espontânea — sem apresentação de nomes —, Arthur Lira aparece com apenas 11%, Marina com 10% e Renan com 8%. Sessenta por cento dos entrevistados simplesmente não citaram nenhum candidato. Mesmo com os nomes na mesa, 16% permanecem indecisos. E 23% dos eleitores admitem que ainda podem mudar de voto até o dia 4 de outubro. A disputa está aberta.

A corrida pelo Senado em Alagoas segue indefinida. Uma pesquisa Quaest divulgada na sexta-feira, 25 de setembro, encomendada pela TV Asa Branca, mostra Marina JHC e Arthur Lira tecnicamente empatados na liderança, ambos com 20% das intenções de voto quando se considera o total de menções para as duas vagas em disputa. Renan aparece logo atrás, com 17%. Mas esses números ganham contexto apenas quando se olha para o que não foi dito: na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos eleitores, seis em cada dez entrevistados simplesmente não conseguem citar ninguém. O cenário é de volatilidade.

O levantamento ouviu 804 pessoas entre 21 e 24 de setembro, com margem de erro de três pontos percentuais. O registro no Tribunal Superior Eleitoral é AL-09692/2026. Em 2026, Alagoas elegerá dois senadores, e cada eleitor precisará votar em dois candidatos diferentes na urna eletrônica — uma regra que molda toda a dinâmica da campanha. Quando a pesquisa separa as respostas por vaga, Marina JHC lidera a primeira com 25%, seguida por Arthur Lira com 23% e Renan com 21%. Na segunda vaga, Arthur Lira sobe para 16%, Marina cai para 15% e Renan permanece em 14%. Davi Davino Filho, do Republicanos, aparece em terceiro lugar na segunda vaga com 12%.

A rejeição aos candidatos revela fraturas importantes. Renan carrega o maior índice de rejeição: 38% dos entrevistados o conhecem e afirmam que não votariam nele. Arthur Lira vem em seguida com 29% de rejeição. Marina JHC, por sua vez, tem 23% de rejeição, a menor entre os três principais concorrentes. Quando perguntados se conhecem os candidatos, Arthur Lira é o mais conhecido — 51% dizem que o conhecem e votariam nele, enquanto 20% não o conhecem. Marina JHC tem 47% dispostos a votá-la e 30% que não a conhecem. Renan, apesar da liderança em rejeição, tem 43% que votariam nele, mas 19% não o conhecem.

Os candidatos menores do campo ocupam posições muito mais frágeis. Davi Davino Filho é desconhecido por 46% dos eleitores. Dr. Wanderley, também do MDB, é desconhecido por 57%. Alexandre Fleming, da UP, é praticamente invisível: 91% não o conhecem, e apenas 2% dizem que votariam nele. Mariedson, do Democrata, está em situação ainda mais crítica, com 93% de desconhecimento e apenas 2% de potencial voto.

Quanto à firmeza das escolhas, 76% dos eleitores afirmam que sua decisão é definitiva. Mas 23% ainda dizem que podem mudar de voto até o dia 4 de outubro, quando ocorrem as eleições. Esse contingente de indecisos e voláteis — somado aos 16% que permanecem indecisos mesmo quando os nomes são apresentados — sugere que a campanha ainda tem espaço para movimento. Na pesquisa espontânea, Arthur Lira aparece com 11%, Marina JHC com 10% e Renan com 8%, números que refletem o reconhecimento de marca mas também a dificuldade que os eleitores têm em nomear seus candidatos sem ajuda.

O quadro geral é de uma disputa aberta entre três candidatos principais, com Marina e Arthur praticamente igualados quando se considera o voto total, e Renan alguns pontos atrás mas ainda competitivo. A alta rejeição a Renan e a Arthur Lira, combinada com a menor rejeição a Marina, pode ser um fator de diferenciação conforme a campanha avança. O grande volume de indecisos — especialmente na pesquisa espontânea — indica que muitos eleitores ainda não consolidaram suas escolhas, deixando a corrida aberta para os próximos dias.

76% dos eleitores afirmam que a escolha é definitiva, mas 23% dizem que ainda podem mudar o voto
— Pesquisa Quaest
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