Pesquisa Quaest: cinco candidatos ao Senado pelo RS estão tecnicamente empatados

Quatro em cada dez eleitores ainda não sabem em quem votarão
A pesquisa Quaest revela que 39% dos gaúchos permanecem indecisos sobre o Senado, sinalizando campanha ainda em aberto.
Mark

Por que essa pesquisa importa agora, em julho? Ainda faltam meses para o pleito.

Mimi

Porque mostra que nenhum candidato conseguiu se consolidar. Estamos falando de uma corrida onde o primeiro lugar tem apenas 12% — isso é frágil.

Luke

Mas preciso notar: 39% de indecisos é enorme. Essa pesquisa está medindo principalmente a ausência de preferência, não a preferência em si.

Mark

E quanto àqueles 62% que dizem que podem mudar? Isso é típico ou sinal de instabilidade?

Mimi

É sinal de que a campanha ainda não tocou fundo nesses eleitores. Quando você tem duas vagas e cinco candidatos viáveis, o espaço para movimento é real.

Luke

Verdade, mas também precisamos lembrar que "pode mudar" é diferente de "vai mudar". Muita gente diz isso em julho e vota no mesmo candidato em outubro.

Mark

Então qual é o cenário mais provável daqui para frente?

Mimi

Qualquer um dos cinco primeiros pode chegar ao segundo turno. Tudo depende de como as campanhas se desenvolvem e de para onde vai esse voto indeciso.

Luke

E não sabemos ainda se haverá segundo turno ou se será eleição direta. Isso muda tudo.

Mark

Boa observação. Então estamos realmente no escuro?

Mimi

Não no escuro — em movimento. A pesquisa nos diz que o campo está aberto, que há espaço para mudanças. Isso é informação útil.

Luke

Desde que a gente não confunda "aberto" com "imprevisível". Os números mostram tendências, mas com essa margem de erro e esse volume de indecisos, qualquer projeção agora é especulação.

  • Cinco candidatos estão tecnicamente empatados para duas vagas, tornando qualquer projeção de resultado prematura e arriscada.
  • Com 39% de indecisos e mais da metade do eleitorado sem intenção definida, a campanha gaúcha enfrenta um vácuo de engajamento incomum.
  • Apenas 34% dos eleitores que já escolheram um candidato consideram sua decisão definitiva — os outros 62% permanecem em aberto, prontos para mudar.
  • Os candidatos buscam consolidar bases e ampliar visibilidade num cenário onde três pontos percentuais podem inverter completamente a ordem de chegada.

No Rio Grande do Sul, a disputa por duas cadeiras no Senado revela menos uma corrida definida do que um campo aberto de possibilidades — onde a indecisão de quase quatro em cada dez eleitores fala mais alto do que qualquer nome na liderança. Manuela D'Ávila aparece à frente com 12%, mas cinco candidatos vivem dentro da mesma margem de erro, lembrando que, em democracias vivas, o resultado ainda está por ser escrito.

A briga por duas vagas no Senado gaúcho está longe de ter um dono, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira. O levantamento, feito com 1.104 eleitores entre 24 e 28 de julho, com margem de erro de três pontos e confiança de 95%, mostra Manuela D'Ávila (PSOL) na frente com 12% — mas sem folga nenhuma.

Germano Rigotto (MDB) e Paulo Pimenta (PT) aparecem com 9% cada, seguidos por Marcel Van Hattem (Novo), com 7%, e Ubiratan Sanderson (PL), com 6%. Os cinco formam um bloco praticamente indistinguível: qualquer oscilação dentro da margem de erro pode embaralhar completamente as posições.

O dado mais revelador, porém, não está nos números dos candidatos — está no tamanho da incerteza. Quase quatro em cada dez gaúchos ainda não sabem em quem votarão. Somados aos que pretendem votar em branco, nulo ou não comparecer, mais da metade do eleitorado segue sem destino definido. Entre os que já escolheram alguém, 62% admitem que podem mudar de ideia.

Os demais nomes na disputa — como Frederico Antunes (PSD) e outros — aparecem com 1% ou sem pontuação. A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e registrada no TSE sob o número RS-04790/2026.

A disputa por duas cadeiras no Senado pelo Rio Grande do Sul segue aberta e volátil, segundo levantamento divulgado pela Quaest nesta quinta-feira. O instituto ouviu 1.104 pessoas com 16 anos ou mais entre 24 e 28 de julho, com margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

Manuela D'Ávila, do PSOL, aparece na frente com 12% das intenções de voto. Logo atrás, tecnicamente empatados dentro da margem de erro, estão Germano Rigotto, do MDB, e Paulo Pimenta, do PT, ambos com 9%. Marcel Van Hattem, do Novo, marca 7%, e Ubiratan Sanderson, do PL, fica com 6%. Esses cinco nomes formam um bloco praticamente indistinguível — qualquer movimento de três pontos para cima ou para baixo pode reordenar completamente o cenário.

O que mais chama atenção, porém, é o tamanho da incerteza. Quase quatro em cada dez eleitores gaúchos (39%) ainda não sabem em quem votarão. Somados aos 15% que pretendem votar em branco, nulo ou não comparecer, temos mais da metade do eleitorado fora de qualquer intenção definida. Entre os que já escolheram um candidato, apenas 34% dizem que sua decisão é definitiva. Os outros 62% afirmam que podem mudar de voto se algo acontecer — uma cifra que revela o quanto a campanha ainda está em movimento.

Os demais candidatos aparecem com votações residuais: Frederico Antunes (PSD), Luciano do MBL (UP) e Tania Peres (UP) marcam 1% cada; Daniela Maidana da Silva (PSTU), Milton Cardoso (PSDB), Regis Ethur (PSTU) e Renato Jaguarão (Cidadania) não pontuam na pesquisa.

O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e registrado no TSE sob o número RS-04790/2026. A Quaest também realizou pesquisas paralelas sobre a disputa estadual e presidencial entre os mesmos eleitores gaúchos, oferecendo um retrato mais amplo do momento político no Estado.

62% dos eleitores afirmaram que podem mudar a escolha caso algo aconteça
— Pesquisa Quaest
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