Cleitinho lidera segundo turno em MG com 53% contra 22% de Patrus

Azevedo mantinha liderança em todos os cenários testados
A pesquisa Quaest simulou confrontos diretos entre o candidato republicano e seus principais potenciais adversários.
Mark

Por que essa pesquisa importa agora, se ainda não sabemos quem vai para o segundo turno?

Mimi

Porque mostra como cada candidato se comportaria se chegasse lá. Azevedo está em 53% contra Ananias, 53% contra Kalil, 54% contra Simões. Ele está consolidado.

Luke

Mas a margem é de dois pontos. Então tecnicamente Azevedo está entre 51% e 55% contra Ananias. Isso ainda é uma vantagem enorme, mas não é tão diferente de 53%.

Mark

E os indecisos? Doze por cento ainda não sabem em quem votar.

Mimi

Exatamente. Há espaço para movimento, mas Azevedo teria que perder praticamente todos esses votos para Ananias e ainda assim perderia.

Luke

A pesquisa foi feita em 2 e 3 de outubro. Quanto tempo falta para o primeiro turno? Porque muita coisa pode mudar.

Mark

Então o que essa pesquisa realmente nos diz?

Mimi

Que Azevedo entrou em outubro como favorito claro em qualquer cenário de segundo turno. Nenhum dos seus potenciais adversários consegue se aproximar.

Luke

Mas ela não nos diz quem vai vencer o primeiro turno. E se alguém inesperado avançar, tudo muda.

Mark

Então é uma fotografia de um momento específico.

Mimi

Exatamente. Uma fotografia tirada em 2 e 3 de outubro, com 3.204 pessoas, nível de confiança de 95%.

Luke

E registrada na Justiça Eleitoral, o que é importante para transparência.

Mark

Qual candidato mais perdeu terreno desde a última pesquisa?

Mimi

Kalil caiu cinco pontos contra Azevedo, de 22% para 17%. Ananias recuou quatro pontos, de 26% para 22%.

  • A vantagem de 31 pontos percentuais de Cleitinho sobre Patrus Ananias transforma o segundo turno simulado em um confronto de proporções assimétricas.
  • Kalil e Simões tampouco conseguem romper a barreira dos 20%, revelando uma oposição fragmentada e sem força de atração suficiente.
  • Entre os que não apoiam Cleitinho, cresce o contingente de indecisos e votos em branco — sinal de resistência difusa, mas não de alternativa concreta.
  • Em quatro dias, Ananias perdeu quatro pontos e Kalil caiu cinco, enquanto Cleitinho avançou — a tendência aponta para consolidação, não reversão.

Em Minas Gerais, a corrida pelo governo do estado revela um campo político já bastante delineado: a pesquisa Quaest de outubro de 2026 mostra Cleitinho Azevedo com 53% das intenções de voto em todos os cenários de segundo turno simulados, enquanto seus adversários não ultrapassam 22%. Mais do que números, o levantamento sugere que o eleitorado mineiro, ao menos por ora, encontrou um ponto de convergência difícil de ser desafiado.

A pesquisa Quaest divulgada no sábado pintou um retrato confortável para Cleitinho Azevedo na disputa pelo governo de Minas Gerais. Confrontado com Patrus Ananias, do PT, o candidato pelo Republicanos alcançou 53% das intenções de voto contra apenas 22% do deputado federal — uma diferença de 31 pontos que sugere um cenário já bastante consolidado.

O levantamento, encomendado pela Globo, ouviu 3.204 eleitores entre os dias 2 e 3 de outubro, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número MG-06889/2026.

Os outros cenários simulados confirmaram a tendência. Contra Alexandre Kalil, do PDT, Azevedo manteve os mesmos 53%, enquanto o pedetista aparecia com 17% — cinco pontos a menos do que na medição anterior, feita em 29 de setembro. Frente a Mateus Simões, do PSD, o republicano chegava a 54%, com o adversário em apenas 10%.

A comparação com a pesquisa anterior revelou movimentos significativos: Ananias recuou quatro pontos em quatro dias, Kalil caiu cinco, enquanto Cleitinho avançou em todos os confrontos. Os indecisos e votos em branco variavam conforme o adversário — chegando a 16% e 20%, respectivamente, no cenário contra Simões —, indicando que parte do eleitorado ainda busca uma alternativa que, por ora, não encontra forma definida.

A pesquisa Quaest divulgada no sábado mostrou Cleitinho Azevedo com uma vantagem expressiva em um eventual segundo turno pela governança de Minas Gerais. O candidato pelo Republicanos alcançou 53% das intenções de voto quando confrontado com o deputado federal Patrus Ananias, do PT, que aparecia com apenas 22% — uma diferença de 31 pontos percentuais que sugeria um cenário bastante consolidado para o republicano.

O levantamento, encomendado pela Globo, ouviu 3.204 eleitores com 16 anos ou mais nos dias 2 e 3 de outubro. A margem de erro foi estabelecida em dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O instituto registrou a pesquisa na Justiça Eleitoral sob o número MG-06889/2026, cumprindo os protocolos obrigatórios para divulgação de sondagens eleitorais.

No cenário Azevedo contra Ananias, além dos percentuais dos candidatos, 13% dos entrevistados indicaram que votariam em branco ou nulo, enquanto 12% ainda permaneciam indecisos. Esses números sugeriam que mesmo entre os que não apoiavam o republicano, havia uma parcela significativa sem definição clara de voto.

A Quaest simulou também outros confrontos diretos. Quando testado contra Alexandre Kalil, do PDT, Azevedo mantinha os mesmos 53%, enquanto Kalil aparecia com 17% — uma queda de cinco pontos em relação à medição anterior, feita em 29 de setembro. Contra Mateus Simões, do PSD, o republicano chegava a 54%, com Simões em apenas 10%. Em todos os cenários testados, Azevedo apresentava uma liderança confortável e consistente.

Comparando com a pesquisa anterior, realizada quatro dias antes, Azevedo havia crescido um ponto percentual contra Ananias, passando de 52% para 53%. O petista, por sua vez, havia recuado quatro pontos, de 26% para 22%. Contra Kalil, o republicano havia avançado dois pontos, enquanto o pedetista caía cinco. Apenas no confronto com Simões os números permaneceram estáveis para Azevedo, que manteve os 54%.

Os indecisos variavam conforme o cenário. No confronto com Ananias, 12% ainda não haviam se definido. Contra Kalil, esse percentual subia para 15%. Contra Simões, chegava a 16%. Os votos em branco ou nulo também oscilavam, de 13% contra Ananias a 20% contra Simões, sugerindo que a rejeição a certos candidatos variava de acordo com quem enfrentava Azevedo.

Os dados apontavam para uma dinâmica eleitoral em que o candidato republicano consolidava sua posição conforme se aproximava o segundo turno, enquanto seus potenciais adversários enfrentavam dificuldades em mobilizar apoio suficiente para competir em pé de igualdade. A pesquisa seria um dos últimos termômetros antes da definição final dos candidatos que avançariam para a segunda fase da disputa.

Azevedo apresentava liderança confortável e consistente em todos os cenários de segundo turno testados
— Pesquisa Quaest
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