Palmeiras empata com Mirassol e segue sem vencer em casa no Brasileirão

Dominou, criou chances, mas não conseguiu vencer em casa
O Palmeiras mantém sequência de seis rodadas sem vitória como mandante no Brasileirão.
Mark

Por que esse empate em casa é tão preocupante para o Palmeiras? Não é só um ponto perdido?

Mimi

É mais do que isso. O Palmeiras não vence em casa há seis rodadas no Brasileirão. Isso cria uma dinâmica psicológica — o time domina, cria chances, mas não consegue converter. Contra o Mirassol, teve oito finalizações no primeiro tempo e ainda assim saiu do jogo sem vitória.

Luke

Mas preciso questionar: o Mirassol jogou bem ou o Palmeiras jogou mal? Porque a narrativa pode ser "Palmeiras não consegue vencer em casa" ou "Mirassol fez um bom jogo defensivo e aproveitou a chance que teve".

Mimi

Ambas as coisas. O Mirassol foi eficiente — entrou Chico da Costa e em 14 minutos empatou. Mas o Palmeiras realmente desperdiçou chances, especialmente com Vitor Roque errando decisões simples.

Mark

E Felipe Anderson? Ele foi bem?

Mimi

Sim, Felipe Anderson foi a melhor notícia ofensiva do Palmeiras. Funcionou bem pela esquerda, criou espaço, foi uma novidade que funcionou. Mas não foi o suficiente.

Luke

Uma coisa que me intriga: Vitor Roque errou decisões, mas quantas chances realmente claras o Palmeiras teve? Oito finalizações no primeiro tempo é muita coisa, mas finalizações podem ser chutes de longe, bolas bloqueadas. Qual era a qualidade dessas chances?

Mimi

Essa é uma pergunta justa. O relato mostra que Vitor Roque teve oportunidades onde era o responsável por finalizar e errou — preferiu ajustar a bola em vez de bater de primeira. Isso sugere chances reais, não apenas tentativas desesperadas.

Mark

E para frente, qual é o cenário?

Mimi

Flaco López está suspenso, então o Palmeiras enfrenta o Atlético-MG no domingo sem ele. É um adversário forte, e a pressão por uma vitória em casa vai ser ainda maior.

Luke

Mas também é importante notar: essa sequência sem vitórias em casa é real e preocupante, mas o Palmeiras ainda está competindo, ainda cria chances. Não é um colapso, é uma ineficiência que precisa ser corrigida.

  • O Palmeiras dominou o primeiro tempo com oito finalizações contra uma do adversário, mas saiu para o intervalo sem marcar — um desequilíbrio entre volume e eficiência que já anunciava o perigo.
  • Vitor Roque acumulou decisões erradas no ataque, desperdiçando posições favoráveis ao hesitar onde a objetividade era exigida.
  • O gol de Facundo Torres, desviado no zagueiro e que enganou o goleiro Walter, abriu o placar no segundo tempo — mas a vantagem durou menos do que o Palmeiras esperava.
  • Rafael Guanaes lançou Chico da Costa, recém-chegado do Cerro Porteño, e o estreante precisou de apenas 14 minutos para empatar com um chute de canhota — enquanto as substituições de Abel Ferreira não produziram o mesmo efeito.
  • Com Flaco López suspenso pelo terceiro amarelo, o Palmeiras enfrenta o Atlético-MG no domingo no Allianz Parque, ainda carregando o peso de seis rodadas sem vencer em casa no Brasileirão.

Há algo de simbólico no retorno do Palmeiras do Mundial de Clubes direto para um empate em casa: o Allianz Parque, que deveria ser fortaleza, tornou-se palco de uma sequência de seis rodadas sem vitória no Brasileirão. Diante do Mirassol, na quarta-feira à noite, o time de Abel Ferreira dominou, criou, mas não converteu — e um estreante chamado Chico da Costa, em apenas 14 minutos em campo, foi suficiente para igualar o que Facundo Torres havia conquistado. O futebol, como sempre, lembra que o controle do jogo e o controle do resultado são coisas distintas.

O Palmeiras voltou do Mundial de Clubes e encontrou em casa o mesmo problema que havia deixado: a dificuldade de vencer no Allianz Parque pelo Brasileirão. Na quarta-feira, pela 14ª rodada, o empate por 1 a 1 com o Mirassol estendeu para seis rodadas a sequência sem triunfo como mandante.

No primeiro tempo, o time de Abel Ferreira impôs seu ritmo. Felipe Anderson funcionou bem pela esquerda, Facundo Torres aparecia em posições de finalização e o Palmeiras acumulou oito chutes contra apenas um do adversário. Vitor Roque, atuando como pivô, teve momentos de bom posicionamento, mas errou em decisões cruciais — em uma delas, parou para ajustar a bola para a perna esquerda quando o momento pedia a finalização imediata. O Mirassol quase chegou com Alesson, mas Gustavo Gómez fez o corte providencial.

O gol saiu no segundo tempo: Ríos encontrou Veiga na área, que tocou de calcanhar para Torres. A finalização desviou no zagueiro e enganou Walter, abrindo o placar para o time da casa. A vantagem, porém, durou pouco. Rafael Guanaes lançou Chico da Costa, centroavante recém-contratado vindo do Cerro Porteño. O Palmeiras reduziu o ritmo, o Mirassol trocou passes com mais tranquilidade, e em 14 minutos o estreante já havia empatado: após cabeceio de Jemmes na área, Chico da Costa apareceu para mandar de canhota para as redes.

As mudanças de Abel Ferreira — Allan e Ramón Sosa — não reequilibraram o jogo. O Palmeiras manteve volume, mas perdeu as chances claras. Sosa chegou a ficar cara a cara com Walter, mas estava impedido. O empate se manteve até o fim, diante de 38.896 torcedores. Com Flaco López suspenso, o próximo desafio é o Atlético-MG, no domingo, novamente no Allianz Parque.

O Palmeiras saiu do Mundial de Clubes e voltou direto para uma realidade incômoda: mais um jogo em casa sem conseguir vencer. Na quarta-feira, diante do Mirassol pela 14ª rodada do Brasileirão, o time alviverde empatou por 1 a 1 no Allianz Parque, estendendo uma sequência que já preocupa. Facundo Torres abriu o placar para o Palmeiras, mas Chico da Costa, estreante do Mirassol vindo do Cerro Porteño, igualou a partida e manteve os visitantes com um ponto.

O jogo começou com ambas as equipes buscando o ataque, mas foi o Palmeiras quem conseguiu impor seu ritmo. Felipe Anderson, novidade pela esquerda, funcionou bem e criou espaço para as movimentações ofensivas. Facundo Torres aproveitava a mobilidade para aparecer em posições de finalização. Vitor Roque, atuando como pivô, teve momentos importantes de posicionamento, mas errou em decisões cruciais — em uma delas, preferiu ajustar a bola para a perna esquerda em vez de bater de primeira e perdeu a oportunidade. O Mirassol chegou perto uma única vez, quando Alesson quase ficou de frente para o gol aberto, mas Gustavo Gómez fez um corte providencial. No primeiro tempo, o Palmeiras finalizou oito vezes contra apenas uma do adversário, dominando completamente a posse e a circulação de bola.

O intervalo chegou com o Palmeiras no controle, mas ainda sem conseguir abrir o placar. Quando o jogo retomou, a pressão alviverde continuou. Antes de dez minutos do segundo tempo, Ríos encontrou Veiga na área. O meia tocou de calcanhar para Facundo Torres, que finalizou. A bola desviou no zagueiro do Mirassol e enganou Walter, o goleiro ex-corintiano, abrindo o placar para o time da casa.

Rafael Guanaes, técnico do Mirassol, respondeu com uma mudança que funcionou. Colocou Chico da Costa em campo — o centroavante recém-contratado que havia chegado do Cerro Porteño. O Palmeiras, talvez confiante com a vantagem, reduziu o ritmo e permitiu que o Mirassol trocasse passes com mais tranquilidade. Em apenas 14 minutos em campo, Chico da Costa já havia deixado sua marca. Neto Moura fez um lançamento para a área, Jemmes cabeceou para o meio, e o estreante apareceu para mandar de canhota para as redes, empatando a partida.

Quando Abel Ferreira tentou reagir com mudanças — entraram Allan e Ramón Sosa — o efeito não foi o mesmo que o Mirassol havia conseguido. O Palmeiras ficou desconectado na frente, mantendo volume de jogo mas perdendo as chances claras que criava antes. Ramón Sosa chegou a ter uma oportunidade cara a cara com Walter, mas estava em posição de impedimento. Sem novas chances significativas, o empate se manteve até o apito final.

O resultado deixa o Palmeiras em uma situação delicada como mandante. A última vitória em casa no Brasileirão havia sido contra o São Paulo, pela oitava rodada — isso significa que há seis rodadas o time não consegue vencer no Allianz Parque. Flaco López, que recebeu amarelo nesta partida, está suspenso para o próximo compromisso. O Palmeiras volta a jogar em casa no domingo, às 17h30, contra o Atlético-MG, enquanto o Mirassol enfrenta o Santos no sábado, também como mandante, às 18h30. A renda da partida foi de R$ 2.115.948,15, com 38.896 torcedores presentes.

Felipe Anderson funcionou bem pela esquerda, criando espaço para as movimentações ofensivas do Palmeiras
— Análise da partida
Vitor Roque acumulou decisões erradas no ataque, preferindo ajustar a bola em vez de bater de primeira
— Análise da partida
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