Num torneio em que cada eliminatória carrega a memória de décadas, o Palmeiras voltou a provar que chegar ao fim exige mais do que talento: exige atravessar o sofrimento. Depois de uma vantagem construída na ida, a equipe de Abel Ferreira viu o Fluminense vencer no tempo regulamentar, mas não o bastante para decidir sozinho, e a disputa foi para os pênaltis, onde o Palmeiras prevaleceu por 5 a 3. A oitava final da sua história, que o mantém isolado entre os brasileiros com mais decisões na Libertadores, leva o clube ao Estádio Centenário, em Montevidéu, no dia 28 de novembro, a caminho de um q
Palmeiras elimina o Fluminense nos pênaltis e chega à oitava final da Libertadores
Foi preciso sofrer para chegar à oitava final
Por que essa classificação pesa tanto, além de ser uma final?
Porque é a oitava do Palmeiras na Libertadores. Nenhum outro brasileiro tem tantas, e a distância para os demais aumenta.
E o jogo em si? Perdeu e passou.
Perdeu por 1 a 0 no tempo normal, mas tinha vantagem da ida. Nos pênaltis, venceu por 5 a 3.
Vale separar o que está confirmado. Placar, pênaltis, data e local da final estão no relato. Como foi o jogo de ida, quem converteu ou perdeu cada cobrança, não.
Então o texto não explica como o Fluminense foi dominado ou não?
Não. Só diz que o Palmeiras sofreu. Qualquer leitura além disso seria suposição.
O que está claro é o próximo passo: final em 28 de novembro, no Centenário, em Montevidéu.
Contra quem?
Ainda não se sabe. Depende de Flamengo contra Estudiantes, e esse resultado não está no material.
A busca é pelo tetracampeonato, o que dá a medida do que está em jogo.
Il Polso
- O Palmeiras perdeu por 1 a 0 no tempo normal e viu a classificação escapar até a decisão nos pênaltis.
- A disputa por pênaltis virou um teste de nervos, vencido pelo Palmeiras por 5 a 3.
- A oitava final da história do clube amplia sua marca isolada entre os brasileiros na competição.
- A equipe de Abel Ferreira agora mira o tetracampeonato da Libertadores, em 28 de novembro, no Centenário.
- O adversário ainda depende de Flamengo x Estudiantes, e um confronto brasileiro segue possível.
Num torneio em que cada eliminatória carrega a memória de décadas, o Palmeiras voltou a provar que chegar ao fim exige mais do que talento: exige atravessar o sofrimento. Depois de uma vantagem construída na ida, a equipe de Abel Ferreira viu o Fluminense vencer no tempo regulamentar, mas não o bastante para decidir sozinho, e a disputa foi para os pênaltis, onde o Palmeiras prevaleceu por 5 a 3. A oitava final da sua história, que o mantém isolado entre os brasileiros com mais decisões na Libertadores, leva o clube ao Estádio Centenário, em Montevidéu, no dia 28 de novembro, a caminho de um quarto título continental.
O Palmeiras está de novo na final da Libertadores, e o caminho foi mais duro do que se esperava. O time de Abel Ferreira perdeu para o Fluminense por 1 a 0 no tempo normal, mas só garantiu a vaga ao vencer a disputa de pênaltis por 5 a 3.
A classificação foi sustentada pela vantagem construída no jogo de ida. Na volta, o Fluminense venceu no tempo regulamentar, mas o placar agregado ficou nivelado, levando a decisão para as cobranças, onde o Verdão converteu mais.
É a oitava final de Libertadores da história do clube, ampliando a liderança isolada entre os brasileiros com mais decisões na competição. Agora, o objetivo é o tetracampeonato continental, com a decisão marcada para 28 de novembro, no Centenário, em Montevidéu. O adversário ainda depende do confronto entre Flamengo e Estudiantes.
O Palmeiras está de novo na final da Libertadores. Foi preciso sofrer: o time de Abel Ferreira perdeu para o Fluminense por 1 a 0 no tempo normal e só garantiu a vaga ao vencer a disputa de pênaltis por 5 a 3.
A classificação veio porque o Verdão havia construído vantagem no jogo de ida. Essa vantagem foi o que sustentou a equipe na partida de volta, em que o Fluminense venceu no tempo regulamentar, mas não o suficiente para levar a decisão por conta própria. Com o placar agregado nivelado, o confronto foi para as cobranças, e ali o Palmeiras converteu mais: 5 a 3.
É a oitava final de Libertadores da história do clube paulista. A marca amplia a distância do Palmeiras no topo do ranking de brasileiros com mais decisões na competição, posição que o clube já ocupava e que agora ocupa de forma ainda mais isolada.
Com a vaga, o time de Abel Ferreira busca o tetracampeonato continental. O Palmeiras já foi campeão da Libertadores três vezes, e a nova final reabre a possibilidade de um quarto título.
A decisão está marcada para 28 de novembro, no Estádio Centenário, em Montevidéu, no Uruguai. O adversário ainda não está definido: o Palmeiras aguarda o vencedor do confronto entre Flamengo e Estudiantes. Se o Flamengo avançar, a final terá novamente dois brasileiros na disputa pelo título.