No Rio de Janeiro de agosto de 2026, uma pesquisa da Paraná Pesquisas oferece um retrato antecipado da disputa pelo governo estadual: Eduardo Paes, ex-prefeito da capital, concentra quase metade das intenções de voto e projeta uma vitória já no primeiro turno. A fotografia eleitoral, ainda distante do pleito, revela não apenas uma liderança numérica, mas também uma viabilidade política que seus adversários, marcados por rejeições mais altas, ainda não conseguem contestar.
Paes venceria no 1º turno com 44,5%, aponta pesquisa Paraná
Paes sairia na frente com vantagem que dispensaria segundo turno
Por que essa pesquisa importa? Estamos a meses da eleição ainda.
Porque estabelece uma linha de base. Mostra onde cada candidato está quando a campanha ainda está dormindo. Paes com 44,5% é um número que vai servir de referência para tudo que vier depois.
Mas é só uma pesquisa. Quantas outras foram feitas no mesmo período? Essa é a única que circula ou há outras apontando cenários diferentes?
É a que foi divulgada publicamente naquele dia. Mas você tem razão — uma pesquisa isolada é um retrato, não é a verdade.
E a rejeição de Paes, 25,3%, é alta ou baixa?
É moderada. Garotinho está em 40,3%, quase o dobro. Isso sugere que Paes tem mais espaço para crescer, menos gente que já fechou a porta para ele.
Mas 25,3% ainda significa que um em cada quatro eleitores já disse que não vota nele. Isso não é insignificante.
O segundo cenário, sem Garotinho, muda muito as coisas?
Paes sobe de 44,5% para 48,3%, Ruas sobe de 15,5% para 18,6%. A estrutura da disputa permanece a mesma — Paes ganha fácil, Ruas fica distante.
Mas isso é especulativo. Garotinho pode sair da disputa por várias razões, ou pode não sair. A pesquisa está dizendo o que aconteceria se, não o que vai acontecer.
Qual é a margem de erro aqui?
2,5 pontos percentuais. Então Paes poderia estar entre 42% e 47%, tecnicamente.
E 1.600 pessoas em 58 municípios — isso cobre bem o estado ou há regiões sub-representadas?
A pesquisa não detalha a distribuição geográfica. Você teria que perguntar à Paraná Pesquisas para saber se a amostra reflete proporcionalmente a população de cada região.
O Pulso
- Com 44,5% das intenções de voto, Eduardo Paes acumula quase três vezes mais apoio do que o segundo colocado, Douglas Ruas, que registra 15,5%.
- Anthony Garotinho, terceiro na corrida com 11,6%, carrega o maior peso de rejeição do campo: 40,3% dos entrevistados descartam seu nome de forma categórica.
- Em um cenário alternativo sem Garotinho, Paes sobe para 48,3% e Ruas avança para 18,6%, mas a distância entre os dois permanece praticamente inalterada.
- A pesquisa, realizada com 1.600 pessoas em 58 municípios e margem de erro de 2,5 pontos, foi registrada no TSE e representa um instantâneo ainda sujeito às turbulências da campanha que está por vir.
No Rio de Janeiro de agosto de 2026, uma pesquisa da Paraná Pesquisas oferece um retrato antecipado da disputa pelo governo estadual: Eduardo Paes, ex-prefeito da capital, concentra quase metade das intenções de voto e projeta uma vitória já no primeiro turno. A fotografia eleitoral, ainda distante do pleito, revela não apenas uma liderança numérica, mas também uma viabilidade política que seus adversários, marcados por rejeições mais altas, ainda não conseguem contestar.
Uma pesquisa divulgada pela Paraná Pesquisas em agosto de 2026 aponta Eduardo Paes (PSD) como líder destacado na corrida pelo governo do Rio de Janeiro, com 44,5% das intenções de voto — margem suficiente para uma vitória no primeiro turno caso as eleições ocorressem naquele momento.
O deputado estadual Douglas Ruas (PL) aparece em segundo lugar com 15,5%, seguido por Anthony Garotinho com 11,6%. Os demais candidatos não ultrapassam 3,1% individualmente, e cerca de 10,9% dos entrevistados optariam por voto branco, nulo ou nenhum candidato.
A pesquisa testou ainda um cenário sem Garotinho: nessa hipótese, Paes subia para 48,3% e Ruas avançava para 18,6%, mantendo a mesma distância relativa entre os dois principais concorrentes.
No campo da rejeição, Garotinho lidera negativamente com 40,3% — mais de um em cada três eleitores descarta seu nome. Paes, apesar da liderança, registra 25,3% de rejeição, enquanto Ruas tem apenas 12,6%, o que pode indicar espaço para crescimento ao longo da campanha.
O levantamento entrevistou 1.600 pessoas em 58 municípios entre 22 e 24 de agosto, com margem de erro de 2,5 pontos percentuais e grau de confiança de 95%. Registrado no TSE sob o número RJ-02422/2026, o estudo foi financiado com recursos próprios da empresa. Os números capturam um momento ainda inicial da disputa, sujeito a mudanças conforme a campanha avança e o eleitorado se mobiliza.
Uma pesquisa divulgada na terça-feira pela Paraná Pesquisas desenha um cenário de vantagem clara para Eduardo Paes na disputa pelo governo do Rio de Janeiro. O ex-prefeito da capital, filiado ao PSD, aparece com 44,5% das intenções de voto — uma margem que o levaria direto à vitória no primeiro turno, sem necessidade de segundo turno, caso as eleições acontecessem naquele momento.
O segundo colocado, o deputado estadual Douglas Ruas do PL, fica bem atrás com 15,5%. Anthony Garotinho aparece em terceiro com 11,6%, seguido por André Marinho com 3,1% e Cyro Garcia com 2,9%. Os demais candidatos — Coronel Busnello, Juliete, William Siri e Luan Monteiro — não ultrapassam 2,3% cada um. Cerca de 10,9% dos entrevistados indicaram que votariam em branco, nulo ou nenhum candidato, enquanto 6,3% não souberam ou não opinaram.
A pesquisa testou também um segundo cenário, onde Garotinho não aparecia na disputa. Nessa hipótese, Paes subia para 48,3%, e Ruas avançava para 18,6%, mantendo a mesma distância relativa entre os dois principais concorrentes. Os demais candidatos também registravam pequenas variações para cima.
O levantamento foi conduzido pela Paraná Pesquisas entre 22 e 24 de agosto de 2026, abrangendo 1.600 pessoas entrevistadas em 58 municípios do estado. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos, com grau de confiança de 95%. O estudo foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número RJ-02422/2026 e custou R$ 45 mil, pagos com recursos próprios da empresa.
Além da intenção de voto, a pesquisa mediu também a rejeição dos candidatos. Anthony Garotinho lidera esse indicador negativo com 40,3% de rejeição — mais de uma em cada três pessoas entrevistadas disse que não votaria nele de jeito nenhum. Eduardo Paes, apesar de sua liderança em intenção de voto, registra 25,3% de rejeição, sugerindo que sua viabilidade eleitoral é maior que a de Garotinho. Douglas Ruas tem 12,6% de rejeição, Coronel Busnello 11,1%, Cyro Garcia 13,5%, Juliete 8,3%, André Marinho 7,9%, William Siri 7,8% e Luan Monteiro 7,2%. Cerca de 6,1% dos entrevistados disseram que poderiam votar em todos os candidatos, e 14,8% não souberam ou não opinaram.
Os números refletem o estado da corrida eleitoral em agosto de 2026, ainda distante do pleito. Pesquisas em períodos pré-eleitorais costumam sofrer alterações significativas conforme a campanha avança, candidatos ganham visibilidade e o eleitorado se mobiliza. Mas naquele momento, a fotografia era clara: Paes saía na frente com uma vantagem que dispensaria a ida a um segundo turno.
Citações Notáveis
Paes teria 44,5% das intenções de voto e ganharia no primeiro turno se as eleições fossem naquele momento— Paraná Pesquisas