No Brasil, sobreviver a um infarto não encerra o perigo — inaugura uma nova fase de vulnerabilidade. Entre 300 mil e 400 mil pessoas enfrentam esse evento a cada ano, e aqueles que sobrevivem carregam consigo uma doença coronariana já instalada, com risco elevado de recorrência especialmente no primeiro ano. A medicina responde com vigilância intensiva, metas rigorosas e mudanças profundas no estilo de vida, reconhecendo que a sobrevivência exige não apenas tratamento, mas uma reorganização permanente da existência.
Pacientes que sofreram infarto têm risco elevado de nova ocorrência
Infarto é a principal causa de morte no Brasil, com estimativas de 300-400 mil casos anuais e aproximadamente um óbito a cada cinco a sete ocorrências.