Em um momento em que a inteligência artificial avança mais rápido do que as instituições conseguem acompanhar, a OpenAI voltou-se para Washington com um apelo que transcende o corporativo: que os Estados Unidos assumam a dianteira na construção de um marco regulatório global para a tecnologia. O pedido revela não apenas uma preocupação com segurança e governança, mas também uma disputa silenciosa sobre quem terá o poder de definir as regras do jogo tecnológico nas próximas décadas.