Em um mercado de computadores pessoais historicamente dominado por Apple e Microsoft, o Google deu um passo calculado ao apresentar sua linha Googlebook — notebooks premium que unem Android e inteligência artificial sobre chips Intel e Qualcomm. O movimento não é apenas comercial: representa a ambição de uma empresa de serviços em se tornar também fabricante de experiências computacionais completas. Ao colocar a IA no centro da proposta, e não como acessório, o Google sinaliza que a próxima batalha pelo desktop será travada com algoritmos tanto quanto com silício.