Por séculos, o mundo foi ensinado através de um mapa que encolhia continentes inteiros — não por acidente, mas por escolha. A ONU aprovou oficialmente a adoção de uma projeção cartográfica mais fiel à realidade, corrigindo distorções que faziam a África e a América do Sul parecerem menores do que são. A decisão reconhece que mapas não são espelhos neutros do planeta, mas instrumentos que moldam percepções de poder, relevância e pertencimento. O que muda no papel pode, com o tempo, mudar o que se imagina sobre o mundo.
ONU aprova mapa-múndi que corrige distorções históricas dos continentes
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