Ônibus destinado ao São Paulo é apreendido com 86,5 kg de maconha na Bolívia

Três motoristas foram detidos durante operação policial na Bolívia.
O clube não foi informado e nunca utilizou o ônibus apreendido
O São Paulo prosseguiu normalmente com outro veículo fornecido pela empresa de transporte.
Mark

Como é possível que um ônibus contratado para um time de futebol estivesse carregando droga sem que ninguém soubesse?

Mimi

A polícia boliviana acredita que os motoristas agiram por conta própria. A empresa forneceu o veículo, mas não há indicação de que soubesse do que estava sendo transportado. O São Paulo nunca entrou em contato com esse ônibus específico.

Mark

Então o clube estava completamente seguro o tempo todo?

Mimi

Sim. O São Paulo usou um segundo ônibus desde o início. A apreensão aconteceu com um veículo que já havia sido substituído antes da delegação chegar à Bolívia.

Mark

Por que a empresa demorou para avisar o São Paulo?

Mimi

Na verdade, a empresa não precisou avisar porque o clube nunca foi afetado. O São Paulo só soube depois, quando a notícia se tornou pública. A empresa apenas garantiu que outro transporte estivesse disponível no horário combinado.

Mark

Qual era a rota desse ônibus apreendido?

Mimi

Foi interceptado em Cochabamba, em uma barreira policial. Não está claro qual era o destino final ou se estava realmente a caminho de transportar o São Paulo ou se já havia sido desviado para outro propósito.

Mark

E os motoristas — eles sabiam que estavam carregando droga?

Mimi

Tudo indica que sim. Foram detidos como responsáveis diretos. A empresa se distanciou completamente deles na nota oficial, colocando toda a culpa nos motoristas.

  • Quatro sacolas com 86,5 kg de maconha foram encontradas em um ônibus destinado à delegação do São Paulo durante operação policial em Cochabamba, na Bolívia.
  • Três motoristas da empresa Buses Cosmos foram detidos no local, colocando em xeque a reputação da transportadora contratada pelo clube.
  • A empresa agiu rapidamente e disponibilizou um segundo veículo no horário previsto, evitando qualquer impacto direto sobre a delegação tricolor.
  • O São Paulo nunca chegou a utilizar o ônibus apreendido e não foi informado sobre o incidente durante sua estadia no país.
  • Os motoristas permanecem à disposição da Justiça boliviana enquanto o clube segue sua preparação normal para o jogo contra o Bolívar em La Paz.

Em meio à logística de uma viagem esportiva internacional, um ônibus contratado para servir a delegação do São Paulo foi interceptado pela polícia boliviana em Cochabamba com 86,5 quilos de maconha escondidos a bordo. O clube, alheio ao ocorrido, já havia embarcado em outro veículo e seguia sua rotina de preparação sem qualquer perturbação. O episódio lembra que, por trás das grandes movimentações do esporte, há uma cadeia de pessoas e decisões cujas consequências podem surgir de forma inesperada — e que a responsabilidade, quando chega, recai sobre quem a carrega.

Na terça-feira (11), a polícia boliviana interceptou em Cochabamba um ônibus da empresa Buses Cosmos que havia sido contratado para transportar a delegação do São Paulo pela Bolívia. Dentro do veículo, agentes da UMOPAR encontraram quatro sacolas contendo 86,5 quilos de maconha. Os três motoristas responsáveis pelo transporte foram detidos no local.

Apesar da gravidade do episódio, o São Paulo não foi diretamente afetado. A Buses Cosmos providenciou imediatamente um veículo substituto, que já havia transportado a delegação normalmente na noite anterior — do aeroporto de Santa Cruz de La Sierra até o hotel da equipe. O clube nunca utilizou o ônibus apreendido e sequer foi informado sobre o ocorrido.

A estratégia logística do São Paulo na Bolívia era cuidadosa: a equipe optou por se concentrar em Santa Cruz de La Sierra, a cerca de 400 metros de altitude, e só viajaria para La Paz — a mais de 3.600 metros — poucas horas antes do confronto contra o Bolívar.

A Buses Cosmos divulgou nota oficial atribuindo responsabilidade integral aos motoristas detidos e reafirmando que a delegação brasileira não teve qualquer contato com a droga. Com os envolvidos sob custódia da Justiça boliviana, o São Paulo seguiu sua preparação sem sobressaltos.

Um ônibus contratado para transportar a delegação do São Paulo pela Bolívia foi interceptado pela polícia local na terça-feira (11) carregando 86,5 quilos de maconha. A apreensão ocorreu em Cochabamba, durante operação da Unidade Móvel Policial para Áreas Rurais (UMOPAR) boliviana. Quatro sacolas com a droga foram encontradas no veículo, e três pessoas — os motoristas responsáveis pelo transporte — foram detidas no local.

O incidente envolveu a empresa Buses Cosmos, contratada para prestar serviços de transporte à delegação tricolor durante sua passagem pelo país. Apesar da apreensão do primeiro ônibus, a empresa disponibilizou imediatamente um segundo veículo no horário previamente agendado, permitindo que o São Paulo prosseguisse com seus deslocamentos sem interrupção. O clube não foi informado sobre o ocorrido e nunca chegou a utilizar o ônibus apreendido.

Na noite de segunda-feira (10), o veículo de substituição transportou normalmente a delegação do aeroporto de Santa Cruz de La Sierra até o hotel onde a equipe se hospedava. O São Paulo havia planejado sua logística na Bolívia de forma específica, levando em conta as variações de altitude do país. O clube optou por permanecer em Santa Cruz de La Sierra, a cerca de 400 metros acima do nível do mar, durante a preparação para o confronto. Apenas poucas horas antes do jogo contra o Bolívar — marcado para terça-feira às 21h30 (horário de Brasília) — a delegação viajaria para La Paz, localizada a mais de 3.600 metros de altitude.

A Buses Cosmos divulgou nota oficial na tarde de terça-feira esclarecendo os detalhes do episódio. No documento, a gerência administrativa da empresa atribuiu total responsabilidade aos motoristas envolvidos, afirmando que eles já estavam detidos e à disposição da Justiça boliviana. A nota reforçava que a delegação do São Paulo nunca utilizou o ônibus apreendido e que outro veículo havia sido designado para o transporte. A empresa também expressou lamento por qualquer transtorno que o ocorrido pudesse ter causado.

O caso foi esclarecido pela polícia boliviana, e os responsáveis permaneciam sob custódia do sistema judiciário local. O São Paulo prosseguiu com sua preparação normal para o jogo contra o Bolívar, sem que o incidente afetasse a operação da delegação na Bolívia.

Toda a responsabilidade cabe aos motoristas. A equipe do São Paulo FC não utilizou esse ônibus, tendo sido designado a ela outro veículo.
— Buses Cosmos, em nota oficial
Quieres la nota completa? Lee el original en UOL ↗
Contáctanos FAQ