Quando uma das maiores organizações de saúde do mundo se vê obrigada a contrariar publicamente as políticas de um governo, algo mais profundo do que uma divergência técnica está em jogo. A OMS alertou, em agosto de 2026, que o decreto assinado por Donald Trump — recomendando o espaçamento das doses de vacinas infantis e evocando uma ligação ao autismo há muito refutada pela ciência — não encontra fundamento nos dados médicos acumulados ao longo de décadas. No centro desta tensão está uma questão antiga: quem tem autoridade para definir o que protege as crianças — a evidência científica ou a co
OMS alerta contra novas políticas de vacinação de Trump sem base científica
Crianças podem ficar desprotegidas contra doenças preveníveis se as recomendações de espaçamento de vacinas forem implementadas.