Nas altitudes silenciosas do Himalaia indiano, um pesquisador fotografou uma aranha cujo abdômen carregava um rosto sorridente — o mesmo rosto que uma espécie havaiana exibe a 12 mil quilômetros de distância. A análise genética confirmou o que parecia improvável: as duas aranhas chegaram à mesma solução visual de forma completamente independente, separadas por oceanos, continentes e 125 anos de história científica. Esse fenômeno, chamado evolução convergente, lembra que a natureza frequentemente descobre os mesmos caminhos sem nunca ter se comunicado — e que o sorriso, ao que tudo indica, é um