Em meados de julho de 2026, o Exército Brasileiro abriu concorrência pública para adquirir 14 munições remotamente pilotadas — os chamados drones kamikazes —, integrando ao programa estratégico ASTROS uma tecnologia forjada nos campos de batalha da Ucrânia. O movimento não é apenas uma compra de equipamento: é o reconhecimento institucional de que a natureza do conflito moderno se transformou, e que dominar essas ferramentas tornou-se condição para a relevância militar nas próximas décadas.