Da Amazônia aos laboratórios do Alabama, Kauê Costa percorreu um caminho que a ciência raramente torna fácil: o de quem parte de uma universidade pública brasileira e chega ao reconhecimento internacional. Aos 36 anos, o neurocientista paraense foi selecionado pela Scientific American como um dos 28 jovens cientistas mais promissores do mundo em 2026 — uma distinção que ilumina não apenas sua pesquisa sobre dopamina e aprendizado, mas também o potencial da formação científica brasileira quando encontra espaço para florescer.