Em tempos eleitorais, a verdade frequentemente enfrenta adversários invisíveis — algoritmos e ferramentas de inteligência artificial capazes de fabricar realidades que nunca existiram. Uma fotografia falsa colocando Felipe Nunes, diretor da Quaest, ao lado do candidato Flávio Bolsonaro circulou nas redes sociais acompanhada de alegações igualmente inventadas sobre a propriedade do instituto de pesquisa. O episódio não é apenas uma mentira isolada, mas um sintoma de como a desinformação visual se tornou instrumento deliberado para corroer a confiança em instituições e em quem as dirige.