Em setembro de 2026, a Alemanha elegeu um novo Parlamento, e entre os deputados da extrema direita do AfD figuram neonazistas, um ex-ator da indústria pornográfica e indivíduos sob investigação criminal — um reflexo de como o descontentamento social pode abrir portas que a história havia ensinado a manter fechadas. O crescimento eleitoral do partido não é mais um fenômeno marginal: é uma presença concreta no Bundestag, a câmara que representa uma das maiores democracias da Europa. A questão que emerge não é apenas política, mas civilizacional — sobre a capacidade das instituições de uma nação
Neonazistas e investigados entre novos deputados da extrema direita alemã
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