Em um mundo onde as tarifas americanas redesenham as rotas do comércio global, o Chile escolheu a diversificação como resposta à vulnerabilidade. Francisco Pérez Mackenna, chanceler formado nos corredores do setor privado, conduz a diplomacia chilena com a lógica de quem sabe que negociar sem alternativas é render-se. O país busca não apenas a exclusão das sobretaxas de 12,5% impostas por Trump, mas um reposicionamento mais profundo em múltiplas cadeias de fornecimento — da Índia ao Brasil, do salmão ao lítio.