NASA quer levar supercomputador com IA à Lua para testar navegação autônoma sem GPS

Sem GPS, o rover precisará saber sozinho onde está
O Spaceborne Computer-4 deve mapear o terreno e evitar crateras no polo sul lunar sem depender de GPS.
Mark

Por que esse computador é diferente dos que já foram ao espaço?

Mimi

Porque será a primeira vez que computação de alto desempenho e IA são testadas na superfície da Lua. O FLIP deve analisar imagens e mapas por conta própria.

Mark

E o que significa navegar sem GPS?

Mimi

Não há GPS na Lua. O rover precisa identificar sua localização e evitar crateras com base no que processa a bordo.

Luke

Vale separar o que é plano do que é resultado. Nada disso foi demonstrado na Lua ainda; é o que se espera do teste.

Mark

O equipamento foi testado antes?

Mimi

Foi projetado e testado para temperaturas extremas, mas a missão quer ver como ele se comporta no ambiente espacial de fato, com longos períodos de escuridão.

Luke

Exato. Testar na Terra não é igual a operar no polo sul lunar. A meta de um ano de operação é uma meta, não uma garantia.

Mark

Sabemos o que a IA vai analisar?

Luke

Não. A reportagem diz que não foram revelados detalhes sobre o que exatamente será analisado.

Mimi

Sabemos o hardware: CPU de 64 bits com GPU, drives da KIOXIA, alumínio condutor de calor, energia de baterias e células solares.

Mark

E o lançamento?

Mimi

Na missão Griffin-1, prevista para as próximas semanas.

  • Um rover do tamanho de um veículo de pesquisa deve partir rumo à Lua sem GPS, precisando descobrir sozinho onde está.
  • O Spaceborne Computer-4 terá de processar imagens, montar mapas e desviar de crateras em tempo real, sem apoio de sinais da Terra.
  • A missão Griffin-1 deve decolar nas próximas semanas, e a equipe ainda não divulgou o que exatamente será analisado no solo.
  • O computador precisa sobreviver a longas noites lunares e temperaturas severas, com a meta de operar por um ano inteiro.
  • Se der certo, o desempenho do sistema deve orientar futuras missões tripuladas ao polo sul lunar.

Num tempo em que a humanidade volta a olhar para a Lua não apenas como destino, mas como lugar de trabalho, um pequeno rover sem motorista e sem GPS se prepara para rodar pelo solo lunar carregando um cérebro de silício capaz de ler o terreno por conta própria. A Astrolab, empresa que a NASA escolheu para integrar o programa Artemis, pretende enviar o rover FLIP ainda em 2026, com o Spaceborne Computer-4 da Hewlett Packard Enterprise a bordo, na missão Griffin-1. Trata-se de um teste que vai além da máquina: é a tentativa de saber se a inteligência artificial pode dar autonomia a exploradores que, um dia, estarão ali em carne e osso.

Um rover do tamanho de um veículo de pesquisa, sem motorista e sem sinal de GPS, deverá rodar pela superfície lunar com um computador de alto desempenho a bordo. A Astrolab pretende enviar o FLIP ainda em 2026, equipado com o Spaceborne Computer-4, desenvolvido pela Hewlett Packard Enterprise. A empresa foi selecionada pela NASA para o programa Artemis, e o equipamento seguirá na missão Griffin-1, prevista para as próximas semanas.

A ideia é que a máquina analise imagens, processe mapas e ajude o rover a saber onde está e a contornar crateras, sem depender de satélites de navegação. Se tudo correr bem, ela também examinará dados visuais captados em campo. Ainda não foram detalhados os alvos exatos dessas análises, mas a missão deve ser a primeira a testar computação de alto desempenho e inteligência artificial na superfície lunar.

O projeto privilegiou leveza e autonomia: uma CPU de 64 bits de baixo consumo, uma GPU, integração com o sistema de resfriamento do FLIP, energia vinda de baterias e painéis solares e armazenamento em drives de estado sólido da KIOXIA. A estrutura foi pensada para o polo sul lunar. Apesar de testado para condições extremas, o equipamento agora enfrentará o ambiente real, com noites longas e frio intenso, e precisará funcionar por um ano.

O que se verá após o lançamento é se o módulo resiste à noite lunar e entrega a navegação autônoma prometida. O resultado pode indicar como a IA atuará em futuras bases e missões humanas, da Lua à órbita.

Um rover do tamanho de um veículo de pesquisa, sem motorista e sem sinal de GPS, deverá rodar pela superfície da Lua com um computador de alto desempenho a bordo. Esse é o plano da Astrolab, empresa que pretende enviar o rover FLIP ainda em 2026 equipado com o Spaceborne Computer-4, módulo de computação avançada desenvolvido pela Hewlett Packard Enterprise (HPE).

O aparelho foi concebido para levar inteligência artificial e computação de alto desempenho diretamente ao solo lunar. O objetivo declarado é testar como essa tecnologia pode contribuir para futuras missões tripuladas e para uma exploração lunar mais autônoma. A Astrolab foi selecionada pela NASA para participar do programa Artemis, e o computador seguirá na missão Griffin-1, prevista para decolar nas próximas semanas.

Na prática, a máquina deverá analisar imagens, processar mapas e ajudar o rover a identificar onde está e a evitar crateras, tudo sem depender de GPS. Se correr como planejado, também examinará os dados visuais captados durante a missão, o que permitiria observações autônomas, navegação, mapeamento e análise do terreno. A reportagem registra que a missão promete testar capacidades de IA, mas que não foram divulgados detalhes sobre o que exatamente será analisado.

Será a primeira vez que computação de alto desempenho e inteligência artificial são testadas na superfície lunar. Conforme a NASA avança no cronograma para levar humanos de volta à Lua, equipamentos como esse buscam apoiar a futura habitação humana, assim como a atividade econômica no satélite e em seu entorno.

O projeto do computador privilegiou leveza, tamanho compacto e autonomia. Ele reúne uma CPU de 64 bits de baixo consumo com uma GPU, e será ligado ao sistema de resfriamento do FLIP. A energia virá de um sistema que combina baterias e as células solares do rover. Para armazenamento, o módulo será pareado com drives de estado sólido da KIOXIA. A estrutura é de alumínio condutor de calor e leva em conta as condições específicas do polo sul lunar.

O equipamento foi projetado e testado para suportar temperaturas e condições extremas, mas a missão pretende justamente verificar como ele se comportará no ambiente espacial real. Entre os desafios estão longos períodos de escuridão e temperaturas severas, e a meta é que o computador opere por um ano na Lua.

Computadores já são usados por astronautas na Estação Espacial Internacional para comunicações, experimentos científicos e tarefas diárias. A adição de IA a essa rotina, seja na Lua ou no laboratório orbital, pode impulsionar a corrida espacial. O que se observará a partir do lançamento da Griffin-1 é se o módulo sobrevive à noite lunar e se entrega a navegação autônoma prometida.

Será a primeira vez que computação de alto desempenho e IA serão testadas na superfície lunar (paráfrase do relato).
— Olhar Digital, sobre a missão da Astrolab e da HPE
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