Mulher perde R$ 1,7 mil em golpe de intermediário em compra de iPhone

Uma mulher perdeu R$ 1,7 mil em transferência bancária e um vendedor deixou de receber R$ 4 mil pela venda do iPhone, ambos prejudicados pelo golpe.
O golpista bloqueou e desapareceu com o dinheiro
Após o vendedor cobrar o pagamento combinado, Francisco cortou toda comunicação e deixou duas pessoas prejudicadas.
Mark

Como é que um golpista consegue se colocar no meio de uma compra e venda assim? Parece que faltou desconfiança.

Mimi

Faltou, sim, mas o golpista foi bem pensado. Ele pediu para o vendedor se apresentar como primo dele — um detalhe que criava uma ilusão de legitimidade. Quando a compradora chegou e questionou, o vendedor já estava comprometido com a história.

Luke

Mas a mulher que foi buscar o iPhone — ela era realmente uma compradora inocente, ou estava envolvida no golpe?

Mimi

O boletim não deixa claro. Ela transferiu o dinheiro, mas não recebeu o aparelho. Pode ter sido enganada também.

Mark

E o vendedor, ele não desconfiou quando Francisco pediu para se passar por primo?

Mimi

Aparentemente não o suficiente. Às vezes a gente quer acreditar que a transação vai dar certo, especialmente quando há dinheiro envolvido.

Luke

O que me intriga é: para onde foi o dinheiro da mulher? Se Francisco indicou uma chave Pix, ele deve ter recebido os R$ 1,7 mil. Mas o boletim não diz se a polícia conseguiu rastrear essa chave.

Mimi

Boa pergunta. O registro só diz que o dinheiro não chegou ao vendedor. Rastrear Pix é possível, mas depende de quanto tempo passou e se a conta já foi esvaziada.

Mark

E agora, o que acontece com o acordo que o vendedor quer fazer com a compradora?

Mimi

Eles precisam decidir quem arca com o prejuízo. Tecnicamente, a mulher transferiu o dinheiro dela, mas o vendedor também perdeu a venda. É uma situação complicada.

  • Um homem chamado Francisco orquestrou um golpe duplo: convenceu um vendedor a aceitar pagamento indireto e instruiu uma compradora a transferir dinheiro para uma chave Pix que ele mesmo controlava.
  • A compradora perdeu R$ 1,7 mil em uma transferência que nunca chegou ao destino prometido, enquanto o vendedor ficou sem o pagamento de R$ 4 mil combinados pelo iPhone 15 Pro.
  • Quando o vendedor cobrou o pagamento, Francisco simplesmente bloqueou o contato e desapareceu, deixando duas vítimas sem dinheiro e sem o produto.
  • O caso foi registrado na Depac Centro em Campo Grande no dia 7 de setembro como estelionato e fraude eletrônica, com ambas as partes prejudicadas pelo mesmo esquema.
  • Vendedor e compradora, agora unidos pelo prejuízo, buscam um acordo entre si para dividir as perdas causadas por um terceiro que nunca deveria ter estado no meio da negociação.

Em Campo Grande, uma transação aparentemente simples entre desconhecidos revelou a fragilidade da confiança digital: um homem que se apresentou como intermediário manipulou vendedor e compradora ao mesmo tempo, desaparecendo com R$ 1,7 mil sem que nenhuma das partes recebesse o que esperava. O golpe, registrado na Depac Centro como estelionato e fraude eletrônica, lembra que nas plataformas de compra e venda a figura do intermediário raramente é protetora — e quase sempre é o perigo em si.

Uma mulher de 28 anos tentou comprar um iPhone 15 Pro pelo Marketplace e terminou a negociação sem o celular e sem os R$ 1,7 mil que havia transferido. O vendedor, igualmente lesado, não recebeu nem o valor combinado de R$ 4 mil pelo aparelho. Entre os dois estava Francisco — um suposto intermediário que, na prática, era o golpista.

Francisco entrou em contato com o vendedor demonstrando interesse no iPhone, mas propôs um arranjo incomum: uma amiga buscaria o aparelho pessoalmente e o pagamento seria feito via Pix. Antes do encontro, pediu ao vendedor que se apresentasse como seu primo quando a mulher chegasse — um detalhe pequeno, mas essencial para que o esquema funcionasse.

A compradora chegou desconfiada, questionou o suposto parentesco, mas prosseguiu com a negociação. Transferiu R$ 1,7 mil para a chave Pix indicada por Francisco. O dinheiro saiu da conta dela, mas jamais chegou ao vendedor. Ao cobrar o pagamento de R$ 4 mil combinados, o vendedor recebeu apenas silêncio: Francisco o bloqueou e desapareceu.

O caso foi registrado na Depac Centro, em Campo Grande, no dia 7 de setembro, como estelionato e fraude eletrônica. Vítimas do mesmo golpe, vendedor e compradora agora tentam chegar a um acordo para lidar juntos com um prejuízo que nenhum dos dois deveria ter sofrido.

Uma mulher de 28 anos saiu de uma negociação no Marketplace sem o dinheiro que havia transferido e sem o iPhone que pretendia comprar. O vendedor, por sua vez, ficou sem receber pelos dois lados: nem os R$ 1,7 mil que a compradora enviou, nem os R$ 4 mil que havia combinado receber pelo aparelho. No meio dessa transação que deveria ser simples estava um homem que se identificava como Francisco — um intermediário que, na verdade, era um golpista.

Tudo começou quando o proprietário do iPhone 15 Pro anunciou o celular na plataforma de compra e venda. Francisco entrou em contato, dizendo que tinha interesse na compra. Mas em vez de comprar ele mesmo, propôs um arranjo: enviaria uma amiga para buscar o aparelho e faria o pagamento via Pix. Antes do encontro, pediu algo específico ao vendedor: que se apresentasse como primo dele quando a mulher chegasse. Era um detalhe pequeno, mas crucial para o golpe funcionar.

Quando a compradora chegou para pegar o iPhone, ela mesma questionou o vendedor sobre esse suposto parentesco com Francisco. Apesar da desconfiança, a negociação prosseguiu. A mulher transferiu R$ 1,7 mil para a chave Pix que Francisco havia indicado. Naquele momento, o dinheiro saiu da conta dela. Mas nunca chegou ao vendedor.

O proprietário do celular percebeu rapidamente que algo havia dado errado. Cobrou de Francisco o pagamento combinado de R$ 4 mil pelo iPhone. A resposta foi o silêncio: Francisco bloqueou o vendedor e desapareceu. Sem receber nada, o vendedor também não entregou o aparelho. Assim, a mulher ficou sem os R$ 1,7 mil que havia transferido, e o vendedor ficou sem receber pelos R$ 4 mil combinados.

O caso chegou à delegacia na segunda-feira, 7 de setembro, em Campo Grande. Foi registrado na Depac Centro como estelionato e fraude eletrônica. Segundo o boletim de ocorrência, o vendedor informou que pretende tentar chegar a um acordo com a compradora. Ambos foram prejudicados pelo mesmo golpe, e agora precisam lidar com as consequências de uma transação que nunca deveria ter acontecido daquela forma.

Vendedor informou que vai tentar chegar a um acordo com a compradora após ela perder o dinheiro transferido
— Boletim de ocorrência
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