Em Gulfport, Mississippi, uma mulher de 69 anos foi condenada à prisão perpétua por assassinar o próprio filho e construir, ao longo de semanas, uma elaborada arquitetura de mentiras para apagar qualquer rastro do crime. O caso de Jerri Roby e John Allen Gaither nos lembra que o encobrimento de um ato pode revelar mais sobre sua premeditação do que o ato em si — e que a verdade, mesmo enterrada atrás de paredes falsas, tende a encontrar seu caminho à luz.
Mulher é condenada à prisão perpétua por matar filho e ocultar corpo em parede falsa
John Allen Gaither, 42 anos, foi morto com um tiro na parte de trás da cabeça e seu corpo permaneceu oculto por aproximadamente um mês.