Morre Matheus Azevedo, irmão do senador Cleitinho, vítima de leucemia

Matheus Augusto Azevedo faleceu aos 18 de julho de 2026 em decorrência de complicações de leucemia, deixando familiares enlutados.
Uma das pessoas mais puras que teve o privilégio de conhecer
Como o deputado estadual Eduardo Azevedo descreveu seu irmão Matheus após a morte.
Mark

Por que a morte de Matheus ganhou esse espaço na imprensa? Ele era um político?

Mimi

Não. Matheus não ocupava cargo público. Mas era irmão de três homens que ocupam ou ocuparam posições de poder — um senador, um deputado estadual, um ex-prefeito. Em cidades pequenas, essas conexões importam.

Mark

A leucemia é uma doença que avança rápido ou é algo que se vive por anos?

Mimi

Varia muito. O que sabemos é que Matheus lutava contra ela há tempo. A família pediu orações horas antes do fim, o que sugere que o desfecho era esperado, talvez iminente.

Mark

A prefeita o chamou de "anjo". Isso é linguagem de luto ou ele era realmente conhecido assim?

Mimi

Provavelmente ambas as coisas. Em cidades pequenas, pessoas que não estão no poder mas têm familiares influentes costumam ser conhecidas. A descrição dela — extraordinário, puro — sugere que ele tinha reputação de ser uma boa pessoa.

Mark

Por que o irmão deputado agradeceu a cunhada publicamente?

Mimi

Porque cuidar de alguém com leucemia é um trabalho invisível e exaustivo. Reconhecer isso publicamente é honrar tanto o trabalho dela quanto a memória de Matheus.

Mark

Três dias de luto oficial é muito ou pouco para uma cidade?

Mimi

É um gesto significativo. Mostra que Matheus, apesar de não ser político, tinha lugar na comunidade. Divinópolis o considerava digno desse reconhecimento.

  • A leucemia que Matheus Azevedo enfrentava há tempos o venceu na tarde de 18 de julho de 2026, em Divinópolis, Minas Gerais.
  • Horas antes da confirmação, o senador Cleitinho Azevedo publicou um pedido de orações nas redes sociais — sinal silencioso de que o fim estava próximo.
  • A Prefeitura de Divinópolis decretou três dias de luto oficial, e a prefeita Janete Aparecida o descreveu como 'um anjo' e 'um ser humano extraordinário'.
  • O deputado estadual Eduardo Azevedo, irmão de Matheus, prestou tributo público ao chamá-lo de uma das pessoas mais puras que conheceu, e agradeceu à cunhada Débora Gonçalves pelo cuidado durante o tratamento.
  • O velório foi marcado para domingo às 8h e o sepultamento para as 14h no Cemitério Parque da Serra, em Divinópolis, onde a cidade se despediria em ritual coletivo.

Na tarde de um sábado de julho, Divinópolis perdeu Matheus Augusto Azevedo, jovem que carregava o peso de uma doença implacável e o sobrenome de uma família enraizada na vida pública mineira. A leucemia, que ele enfrentava há tempos, encerrou uma vida descrita por quem o conheceu como marcada por uma pureza rara. A cidade decretou luto oficial, reconhecendo que certas perdas ultrapassam os laços de sangue e tocam o tecido de uma comunidade inteira.

Matheus Augusto Azevedo morreu na tarde de sábado, 18 de julho de 2026, em Divinópolis, Minas Gerais, após complicações de leucemia. Ele era irmão do senador Cleitinho Azevedo, do deputado estadual Eduardo Azevedo e do ex-prefeito Gleidson Azevedo — uma família com presença marcante na vida pública da cidade e do estado.

Horas antes da morte ser confirmada, Cleitinho havia pedido orações nas redes sociais, antecipando o desfecho que se aproximava. A Prefeitura de Divinópolis respondeu com um comunicado oficial e o decreto de três dias de luto. A prefeita Janete Aparecida o descreveu como um ser humano extraordinário, alguém com quem havia sido privilégio conviver.

Eduardo Azevedo foi além do lamento familiar: chamou o irmão de uma das pessoas mais puras que conheceu em toda a vida e prestou gratidão especial à cunhada Débora Gonçalves, reconhecendo o cuidado e a dedicação que ela dedicou ao longo de todo o tratamento.

O velório foi marcado para domingo às 8h, com sepultamento às 14h no Cemitério Parque da Serra — o último ritual de uma cidade que, sob luto oficial, se despediu de um dos seus.

Matheus Augusto Azevedo morreu no sábado à tarde, 18 de julho de 2026, em Divinópolis, Minas Gerais. A leucemia que enfrentava há tempos finalmente o venceu. Ele era irmão de três homens públicos: o senador Cleitinho Azevedo, filiado ao Republicanos; o deputado estadual Eduardo Azevedo, do PL; e Gleidson Azevedo, ex-prefeito da mesma cidade onde faleceu.

Horas antes da morte ser confirmada, Cleitinho havia publicado uma imagem nas redes sociais pedindo orações. Era um sinal de que o fim se aproximava. Quando a notícia chegou, a Prefeitura de Divinópolis emitiu um comunicado oficial confirmando o falecimento e decretando três dias de luto na cidade. A prefeita Janete Aparecida, do Avante, expressou suas condolências em tom que revelava a estima em que Matheus era tido: descreveu-o como um ser humano extraordinário, um anjo, alguém com quem havia sido privilégio conviver.

Eduardo Azevedo, o deputado estadual, foi mais além. Lamentou publicamente a morte do irmão e o caracterizou como uma das pessoas mais puras que havia tido o privilégio de conhecer em toda a vida. Não era apenas um familiar falando; era um reconhecimento de caráter. Eduardo também dirigiu gratidão especial a Débora Gonçalves, cunhada de Matheus, pelo cuidado e dedicação durante todo o tratamento contra a leucemia — um reconhecimento do peso que recai sobre quem acompanha de perto a luta de um doente.

O velório foi marcado para o domingo, 19 de julho, começando às 8 da manhã. O sepultamento aconteceria duas horas depois do meio-dia, no Cemitério Parque da Serra, também em Divinópolis. A cidade que o conheceu se despediria em ritual público, marcado pelo luto oficial que a prefeitura havia decretado.

Matheus era um ser humano extraordinário, um anjo de Deus, com certeza
— Prefeita Janete Aparecida
Matheus foi uma das pessoas mais puras que tive o privilégio de conhecer nesta vida
— Deputado estadual Eduardo Azevedo
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