Meta entra na corrida dos robôs humanoides com protótipo Max, desenvolvido com startup chinesa

Por ora, o Max é um laboratório sobre pernas.
A Meta diz que o robô feito com a Fourier serve só a pesquisa interna, sem plano de venda.
Mark

Por que a Meta entrando nesse mercado chama atenção?

Mimi

Porque ela ligou o robô a algo que já tem: o agente de IA Muse. A ideia é que o humanoide seja uma extensão física dele, para tarefas domésticas.

Mark

E o protótipo, o que ele tem de concreto?

Mimi

Cerca de 48 kg, 1,5 metro, chip Jetson Thor da Nvidia, tela que imita expressões, alto-falantes e mãos de cinco dedos para objetos pequenos. Foi feito em uns três meses.

Luke

Vale lembrar de onde vêm esses dados: tudo é relatado pelo The Information. A Meta confirmou ao veículo o foco em pesquisa, mas os detalhes técnicos chegam pela reportagem.

Mark

A parceria com uma startup chinesa pesa na história?

Mimi

É um dado central. A equipe viajou à China e Li-Chen Miller passou quase dois meses na fábrica da Fourier, em Xangai.

Luke

O texto, porém, não diz nada sobre os termos do acordo nem sobre quem detém o quê. Isso é desconhecido.

Mark

E o número de US$ 5 trilhões até 2050?

Luke

É uma projeção do Morgan Stanley, não um fato. Projeções de 2050 dizem pouco sobre o que a Meta fará com o Max.

Mimi

E a própria Meta diz que não pretende vender as unidades. O Max 2, com sensores para escadas, mostra que o trabalho continua.

  • Um robô de 1,5 metro e 48 kg, com tela no lugar do rosto, foi apresentado a funcionários da Meta numa cúpula interna de robótica.
  • A Meta buscou na China, em Xangai, a parceira Fourier para construir o protótipo em tempo recorde, com a equipe de robótica viajando para acompanhar a fábrica.
  • O Max usa o chip Jetson Thor da Nvidia e mãos de cinco dedos, mas o segredo do projeto ainda é o que ele fará dentro de casa.
  • O segundo modelo, Max 2, já está em desenvolvimento com torso redesenhado e sensores para escadas, enquanto a Meta mantém a promessa de uso apenas interno.

Em meio à corrida das grandes empresas de tecnologia para dar corpo à inteligência artificial, a Meta decidiu experimentar uma forma física para seus sistemas: um robô humanoide chamado Max, desenvolvido em cerca de três meses com a startup chinesa Fourier. Ele ainda é um protótipo, pensado para os afazeres domésticos, e já tem um sucessor em gestação, mas a própria empresa deixou claro que, por ora, a máquina não sairá do laboratório para as casas de ninguém. O gesto revela menos um produto do que uma aposta sobre o futuro da convivência entre pessoas e máquinas.

No fim de agosto, durante uma cúpula interna de robótica da Meta, alguns funcionários da empresa foram apresentados ao Max: um robô humanoide de cerca de 1,5 metro e 48 kg, com uma tela no lugar do rosto capaz de imitar expressões. A informação veio do portal The Information, e é a base de tudo o que se sabe sobre o projeto.

O Max nasceu de uma parceria com a Fourier, startup chinesa de robótica, em aproximadamente três meses. Para acompanhar o trabalho, a equipe de robótica viajou à China, e Li-Chen Miller, vice-presidente de produto para robótica da Meta, passou quase dois meses na fábrica da Fourier, em Xangai.

O protótipo carrega o chip Jetson Thor, da Nvidia, além de alto-falantes e mãos de cinco dedos pensadas para objetos pequenos. Para a Meta, o robô seria uma extensão física do Muse, seu agente de inteligência artificial, com a ambição de longo prazo de ajudar em tarefas domésticas.

O movimento acontece em um mercado que cresce com a IA e a queda no custo do hardware. Projeções do Morgan Stanley apontam para US$ 5 trilhões até 2050, e as grandes empresas de tecnologia não querem ficar de fora.

O trabalho já avança para um segundo passo. Desde setembro, Meta e Fourier desenvolvem o Max 2, com torso redesenhado, mãos aprimoradas, um projetor e sensores para navegar em escadas. Ainda assim, a empresa foi clara: a colaboração serve à pesquisa interna e não há planos de comercializar as unidades. Por ora, o Max é um laboratório sobre pernas, e o que vale acompanhar é se o Max 2 entregará o que promete e se o uso restrito se mantém.

No final de agosto, durante uma cúpula interna de robótica da Meta, alguns funcionários da empresa conheceram o Max: um robô humanoide de cerca de 1,5 metro de altura e 48 kg, com uma tela no lugar do rosto capaz de imitar expressões faciais. A informação é do portal The Information, e é a base de tudo o que se sabe sobre o projeto.

O Max foi desenvolvido em parceria com a Fourier, startup chinesa de robótica, em aproximadamente três meses. O nome é o usado internamente na Meta. Para tocar o trabalho, a equipe de robótica da empresa viajou à China. Segundo a reportagem, Li-Chen Miller, vice-presidente de produto para robótica da Meta, passou quase dois meses na fábrica da Fourier, em Xangai.

Em termos de hardware, o protótipo usa o chip Jetson Thor, da Nvidia. Tem alto-falantes integrados e mãos de cinco dedos, projetadas para manipular objetos pequenos. São características que apontam para o uso pretendido: tarefas do dia a dia dentro de casa.

É essa a lógica que a Meta enxerga por trás do projeto. A empresa de Mark Zuckerberg vê os humanoides como uma possível extensão física do Muse, seu agente de inteligência artificial. A ambição, de longo prazo, é ter máquinas capazes de ajudar em afazeres domésticos.

O movimento acontece num mercado em forte expansão, impulsionado pela inteligência artificial e pela queda nos custos de hardware. Projeções do Morgan Stanley indicam que o setor pode movimentar US$ 5 trilhões, cerca de R$ 27 trilhões, até 2050. As grandes empresas de tecnologia, nas palavras da reportagem, não querem ficar de fora.

O trabalho já avança para uma segunda etapa. Em setembro, Meta e Fourier começaram a desenvolver o Max 2. A nova versão deve ter um torso redesenhado, mãos aprimoradas para manipular objetos, um projetor e sensores adicionais para ajudar na navegação em escadas.

Quanto ao destino comercial, a própria Meta foi clara ao The Information: a colaboração com a Fourier é voltada a pesquisa e experimentação internas, e não há planos de comercializar as unidades. Por ora, portanto, o Max é um laboratório sobre rodas, ou melhor, sobre pernas. O que vale acompanhar é se o Max 2 trará os avanços descritos e se a postura de uso apenas interno se mantém.

O trabalho com a Fourier é voltado a pesquisa e experimentação internas, sem planos de comercializar as unidades.
— Meta, ao The Information (paráfrase)
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