Mulheres são diagnosticadas em média 4 anos mais tarde que homens em centenas de condições de saúde, conforme estudo dinamarquês com 6,9 milhões de pessoas. Durante décadas, homens foram usados como referência em pesquisas porque ciclo menstrual e oscilações hormonais eram vistos como fatores que aumentavam variabilidade dos resultados.
Medicina ainda conhece menos o corpo feminino, aponta pesquisadora
Mulheres sofrem diagnósticos tardios e tratamentos inadequados devido à falta de pesquisa específica sobre seus corpos, resultando em piora de condições de saúde e qualidade de vida comprometida.