Mahrez elogia Ederson: «Claro que foi tudo planeado»

Claro que foi tudo planeado. Sabemos como ele coloca a bola.
Mahrez reconhece o trabalho tático de Ederson no primeiro golo da vitória sobre o PSG.
Mark

Mahrez diz que tudo foi planeado no primeiro golo. Mas quanto dessa preparação é realmente tática e quanto é apenas o instinto de um jogador experiente?

Mimi

A diferença é menor do que parece. Ederson treina especificamente para fazer aqueles passes longos — é uma instrução clara de Guardiola. Mas Mahrez precisa de estar no lugar certo, de ler o espaço, de rematar com precisão. O planeamento cria a oportunidade; o talento individual a concretiza.

Mark

Ele insistiu muito na defesa sólida. Porquê? Não era óbvio que o City tinha ganho 2-0?

Mimi

Porque sabe que contra equipas como o PSG, a defesa é o que te mantém vivo. Neymar, Mbappé — estes jogadores podem explodir a qualquer momento. Mahrez estava a dizer: ganhámos porque não cometemos erros, não porque fomos brilhantes.

Mark

E o facto de ele estar no banco e depois entrar para fazer dois golos — isso muda algo na forma como vê a vitória?

Mimi

Muda tudo. Mahrez sabe que não era a escolha óbvia, que teve de provar algo. Quando falas assim depois, com essa humildade sobre Ederson e a defesa, estás a reconhecer que a vitória foi colectiva, não tua.

Mark

Ele menciona o jogo de sábado e depois a final. Está a tentar manter os pés no chão?

Mimi

Está a ser profissional. Sabe que a Premier League ainda não está ganha, que há pontos em jogo. Mas claro que a mente já está na final. É impossível não estar.

  • Mahrez entrou como suplente e saiu como protagonista, marcando os dois golos que selaram o triunfo do City sobre o PSG na meia-final europeia.
  • O primeiro golo revelou uma jogada ensaiada nos treinos: Ederson lançou um passe longo para a área adversária, mostrando que o guarda-redes é cada vez mais peça ativa na construção do jogo.
  • A solidez defensiva foi o verdadeiro alicerce da noite — o City manteve o PSG afastado do perigo durante toda a partida, recusando conceder oportunidades claras.
  • O Manchester City chega finalmente à final da Liga dos Campeões, mas o foco imediato recai sobre o jogo de sábado na Premier League, onde as ambições no campeonato também estão em jogo.

Na noite em que o Manchester City atravessou a fronteira entre a esperança e a história, foi Riyad Mahrez — saído do banco — quem assinou os dois golos que afastaram o PSG e garantiram a presença na final da Liga dos Campeões. Mais do que uma exibição individual, o argelino quis sublinhar o coletivo: a solidez defensiva, o trabalho tático ensaiado, a cumplicidade entre todos. Uma vitória que não nasceu do improviso, mas da construção paciente de uma equipa que finalmente chegou ao lugar que perseguia há anos.

Riyad Mahrez saiu do banco de suplentes e tornou-se o homem da noite: os seus dois golos derrubaram o PSG (2-0) e garantiram ao Manchester City um lugar na final da Liga dos Campeões. Uma exibição que o colocou no centro das atenções, mas que o próprio argelino tratou de partilhar com os companheiros.

Sobre o primeiro golo, Mahrez foi rápido a elogiar Ederson. «Claro que foi tudo planeado», disse com um sorriso, reconhecendo que o passe longo do guarda-redes para a área adversária era fruto de trabalho tático ensaiado — não improviso. O City tem em Ederson um elemento cada vez mais criativo na construção do jogo.

Para Mahrez, porém, o que mais pesou foi a solidez defensiva coletiva. «É preciso mostrar solidez defensiva, da parte de toda a gente, e foi isso que conseguimos», explicou. A organização, a compacidade, a recusa em ceder espaços — tão importantes quanto os golos marcados.

O argelino sabia que o trabalho estava longe de terminar: primeiro um jogo de sábado pela Premier League, depois toda a atenção voltada para a final europeia — o prémio máximo que o City, depois de anos de perseguição, finalmente pode alcançar.

Riyad Mahrez saiu do banco de suplentes e entrou na história do Manchester City na noite em que a equipa selou o seu lugar na final da Liga dos Campeões. O extremo argelino marcou os dois golos que derrubaram o PSG (2-0) na meia-final, uma exibição que o colocou no centro das atenções após o apito final.

Mas Mahrez não quis roubar toda a glória. Quando lhe perguntaram sobre o primeiro golo, o jogador foi rápido a elogiar Ederson, o guarda-redes que iniciou a jogada com um passe longo para a área adversária. «Claro que foi tudo planeado», respondeu com um sorriso, reconhecendo que aquele movimento não era improviso, mas sim o resultado de trabalho tático que a equipa tinha ensaiado nos treinos. Ederson, cada vez mais um elemento criativo na construção do jogo do City, tinha feito exatamente o que lhe pediam: colocar a bola no espaço certo, no momento certo.

Para Mahrez, porém, o que mais importava era a solidez defensiva que o Manchester City tinha demonstrado ao longo de toda a partida. Não era apenas sobre os golos que marcou, mas sobre a forma como a equipa tinha conseguido manter o PSG afastado do perigo. «É preciso mostrar solidez defensiva, da parte de toda a gente, e foi isso que conseguimos», explicou o argelino. A defesa compacta, a organização coletiva, a recusa em conceder oportunidades claras — tudo isto tinha sido tão importante quanto a eficácia ofensiva.

O jogador estava ciente de que aquela vitória tinha um peso específico. Não era apenas uma meia-final ganha; era a confirmação de que o Manchester City tinha finalmente conseguido chegar à final da Liga dos Campeões, um objectivo que a equipa perseguia há anos. Mahrez sabia também que o trabalho estava longe de terminar. Havia ainda um jogo de sábado pela Premier League, um compromisso que o City precisava de vencer para manter vivas as suas ambições no campeonato nacional. Depois disso, toda a atenção se voltaria para a final europeia, o prémio máximo que a equipa agora podia alcançar.

É preciso mostrar solidez defensiva, da parte de toda a gente, e foi isso que conseguimos. Não concedemos muitos golos e acho que é por isso que estamos na final.
— Riyad Mahrez
Contact Us FAQ