Lua vermelha: eclipse lunar total será visível em Belo Horizonte em maio

Como se todos os amanheceres do mundo fossem projetados na Lua
Explicação da Nasa sobre por que a Lua adquire sua coloração vermelha durante um eclipse lunar total.
Mark

Por que a Lua fica vermelha durante um eclipse lunar?

Mimi

Porque a Terra se coloca entre o Sol e a Lua, bloqueando a luz solar direta. Mas a atmosfera terrestre refrata essa luz, desviando-a para a Lua. É como se toda a luz de todos os amanheceres e entardeceres do mundo fosse concentrada ali.

Mark

E se o céu estiver muito nublado aqui na Terra?

Mimi

Quanto mais nuvens e poeira na atmosfera, mais vermelha a Lua aparecerá. Não é um problema — é exatamente o oposto. Céus mais turbulentos produzem eclipses mais vermelhos.

Mark

Preciso de óculos especiais para ver?

Mimi

Não. Eclipses lunares são seguros para os olhos. A proteção só é necessária em eclipses solares, por causa dos raios ultravioleta. Você pode olhar diretamente para a Lua vermelha.

Mark

Quando foi o último eclipse lunar?

Mimi

Em 2019. Então este de maio será o primeiro em três anos. E há outro marcado para novembro deste ano.

Mark

Quantas pessoas no mundo poderão ver?

Mimi

Milhões. Será visível em partes da América do Norte, África, Europa e em vários pontos do Brasil. É um evento verdadeiramente global.

  • O eclipse começa às 22h30 do dia 15 e atinge seu pico às 1h11 do dia 16, exigindo que os curiosos abram mão do sono para não perder o espetáculo.
  • A Lua ficará visivelmente maior e adquirirá uma cor vermelha intensa — quanto mais poeira ou nuvens na atmosfera terrestre, mais dramática será a tonalidade.
  • O fenômeno pode ser observado a olho nu, sem qualquer equipamento de proteção, tornando-o acessível a qualquer pessoa que esteja sob um céu aberto.
  • Além do Brasil, partes da América do Norte, África e Europa compartilharão o mesmo espetáculo, conectando milhões de observadores em diferentes continentes.
  • Quem perder a oportunidade em maio terá uma segunda chance: outro eclipse lunar está previsto para 8 de novembro de 2022.

Na madrugada de 15 para 16 de maio de 2022, o céu convida os habitantes de Belo Horizonte — e de grande parte do mundo — a contemplar um eclipse lunar total, fenômeno que não se repetia desde 2019. A Lua, banhada pela sombra da Terra, assumirá uma tonalidade avermelhada que é, na verdade, o reflexo de todos os amanheceres e entardeceres do planeta projetados ao mesmo tempo sobre sua superfície. É um desses momentos em que a astronomia transforma a madrugada em um ato coletivo de admiração.

Na madrugada de 15 para 16 de maio, Belo Horizonte e diversas regiões do Brasil poderão testemunhar um eclipse lunar total — o primeiro desde 2019. O fenômeno se estende das 22h30 até as 3h50, com o momento de maior intensidade às 1h11.

Durante o eclipse, a Lua aparece cerca de 7% maior e ganha uma tonalidade avermelhada inconfundível. O efeito não é misterioso: quando o satélite entra na sombra da Terra, a única luz solar que o alcança é aquela refratada pela atmosfera terrestre — um efeito semelhante a todos os amanheceres e entardeceres do planeta sendo projetados ao mesmo tempo sobre a superfície lunar. Quanto mais poeira ou nuvens houver na atmosfera, mais intensa será a cor vermelha.

Ao contrário dos eclipses solares, este pode ser observado com segurança a olho nu, sem necessidade de proteção especial. Telescópios e binóculos são bem-vindos para quem quiser mais detalhes, mas não são indispensáveis. O espetáculo será compartilhado também por partes da América do Norte, África e Europa.

Para quem não conseguir acompanhar em maio, um segundo eclipse lunar está programado para 8 de novembro de 2022, encerrando o ano com mais uma oportunidade de observação astronômica.

Na madrugada de 15 para 16 de maio, quem estiver acordado em Belo Horizonte poderá testemunhar um espetáculo celeste raro: um eclipse lunar total. O fenômeno começará às 22h30 da noite de 15 de maio e se estenderá até 3h50 da madrugada seguinte, com seu momento de maior intensidade marcado para 1h11. Será a primeira vez que o evento ocorre desde 2019, tornando-o uma oportunidade especial para observadores do céu.

Durante um eclipse lunar total, a Lua sofre uma transformação visual notável. O satélite fica aproximadamente 7% maior do que seu tamanho habitual e adquire uma tonalidade avermelhada característica. Esse tom vermelho não é um mistério cósmico, mas resultado de um fenômeno óptico bem compreendido. Quando a Lua passa pela sombra da Terra, a única luz solar que a atinge é aquela que atravessa a atmosfera terrestre. Essa luz refratada cria um efeito semelhante ao de todos os amanheceres e entardeceres do planeta sendo projetados simultaneamente sobre a superfície lunar. Quanto maior a quantidade de poeira ou nuvens na atmosfera terrestre no momento do eclipse, mais intensa será a coloração vermelha observada.

O evento será visível não apenas em Belo Horizonte e em várias regiões do Brasil, mas também em partes da América do Norte, África e Europa, oferecendo um espetáculo compartilhado por milhões de pessoas em diferentes continentes. Diferentemente dos eclipses solares, que exigem proteção especial dos olhos devido aos raios ultravioleta, os eclipses lunares podem ser observados com segurança a olho nu. Não há necessidade de equipamentos de proteção oftalmológica. Ainda assim, quem desejar uma visão mais detalhada pode utilizar telescópios ou binóculos para aprimorar a experiência de observação.

Para quem perder este evento em maio, há uma segunda chance ainda em 2022. Um novo eclipse lunar está programado para ocorrer em 8 de novembro, oferecendo outra oportunidade de observação astronômica antes do encerramento do ano.

Durante um eclipse lunar, a Lua fica vermelha porque a única luz solar que atinge a Lua passa pela atmosfera da Terra. Quanto mais poeira ou nuvens na atmosfera durante o eclipse, mais vermelha a Lua aparecerá.
— Nasa
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