Na madrugada de uma segunda-feira comum, em Araranguá, um homem encapuzado atravessou cercas elétricas e muros não em busca de riquezas óbvias, mas de duas cadeiras de vime numa varanda. O episódio, registrado no bairro Nova Divinéia, nos lembra que a vulnerabilidade do lar não escolhe o valor do que protege — e que a paciência de quem observa, por quarenta minutos na escuridão, pode preceder até o gesto mais improvável.