Na segunda-feira 14 de setembro, em Mashhad, no nordeste do Irã, um Boeing 737 da Sepehran Airlines revelou, ainda na pista, a fragilidade silenciosa que habita as frotas aéreas mantidas à margem do comércio global. Vibrações severas causadas pela falha de um componente do trem de pouso desprenderam painéis internos da cabine, transformando uma decolagem de rotina em um momento de caos contido. Ninguém se feriu — mas o incidente ecoa uma questão mais ampla sobre o preço invisível das sanções internacionais sobre a segurança de quem simplesmente embarca num avião.