Justiça reconhece falsificação de assinatura de Ana Hickmann em contrato de R$ 1 mi

Ana Hickmann denunciou ex-marido por violência doméstica, levando ao término do casamento de mais de duas décadas em 2023.
Reconhece a falsificação, mas segue cobrando a dívida
O tribunal confirmou que Ana Hickmann não assinou o contrato, mas manteve a cobrança contra sua empresa.
Mark

Como é possível a Justiça reconhecer que a assinatura é falsa e ainda manter a cobrança da dívida?

Mimi

Porque a dívida foi contraída em nome da empresa, não em nome pessoal de Ana. A empresa existia, o contrato existia. O tribunal reconheceu que Ana não assinou, mas a obrigação permanece vinculada à pessoa jurídica que administrava.

Mark

E quem responde por isso?

Mimi

Teoricamente, quem administrava a empresa na época. Mas aqui está o problema: a Justiça reconhece a falsificação, mas a cobrança segue contra a empresa, não contra a pessoa que presumivelmente falsificou.

Mark

Isso aconteceu em outros bancos também?

Mimi

Sim. Bradesco, Itaú, Safra — todas as perícias apontaram o mesmo padrão. Assinaturas falsificadas em contratos que Ana nega ter assinado. Quando você vê isso repetido em múltiplas instituições, começa a parecer menos um erro isolado e mais um padrão.

Mark

O que mudou quando o casamento terminou?

Mimi

Tudo. Quando Ana denunciou violência doméstica em 2023, ela começou a questionar os documentos que havia assinado durante o casamento. E descobriu que muitos não foram assinados por ela. Antes disso, ela estava dentro da relação, talvez sem questionar tanto.

Mark

Alexandre Corrêa está respondendo por isso?

Mimi

Ele diz que não tem nada a comentar porque não integra a ação. Mas ele administrava a empresa que contraiu a dívida. A questão de quem realmente assinou permanece aberta.

  • A perícia grafotécnica confirmou que Ana Hickmann nunca assinou a cédula de crédito de R$ 1.051.430,44 com o Banco do Brasil — e o próprio banco não contestou o resultado.
  • Mesmo reconhecendo a falsificação, a Justiça manteve a cobrança da dívida, criando um paradoxo jurídico que deixa Ana responsabilizada por um contrato que ela não assinou.
  • O padrão se repete: processos envolvendo Bradesco, Itaú e Safra tiveram o mesmo desfecho, com perícias apontando sistematicamente a falsificação da assinatura da apresentadora.
  • Alexandre Corrêa, ex-marido que administrava a empresa Hickmann Serviços signatária dos contratos, recusou-se a comentar, alegando não integrar a ação — deixando em aberto a questão central de quem assinou.
  • O caso se entrelaça com a denúncia de violência doméstica feita por Ana em 2023, que encerrou um casamento de mais de vinte anos e abriu uma série de batalhas judiciais.

Diante de um tribunal em São Paulo, a ciência grafotécnica veio confirmar o que Ana Hickmann afirmava desde o fim de um casamento de mais de duas décadas: sua assinatura em um contrato milionário com o Banco do Brasil é falsa. O caso não é isolado — perícias em processos com outras instituições financeiras apontam para um padrão que atravessa múltiplos documentos e levanta perguntas sobre responsabilidade, identidade e os rastros que um relacionamento deixa quando se desfaz sob acusações de violência.

Um tribunal paulista confirmou o que Ana Hickmann defendia: sua assinatura em um contrato de mais de R$ 1 milhão com o Banco do Brasil é falsa. A perícia grafotécnica, divulgada pela assessoria da apresentadora, concluiu que ela nunca assinou a cédula de crédito no valor de R$ 1.051.430,44 — e o banco sequer contestou o resultado.

O nó jurídico, porém, permanece: apesar de reconhecer a falsificação, a Justiça manteve a cobrança da dívida. O contrato pertencia à Hickmann Serviços, empresa que estava sob administração de Alexandre Corrêa, ex-marido de Ana. A defesa dela sustenta que foi ele quem assinou os documentos em nome dela.

Este não é um episódio isolado. A assessoria de Ana aponta que processos semelhantes com Bradesco, Itaú e Safra chegaram ao mesmo resultado: perícias atestando que sua assinatura foi forjada em contratos que ela nega ter firmado. O padrão sugere algo sistemático, que atravessa múltiplas instituições.

Ana e Alexandre foram casados por mais de vinte anos e têm um filho, Alezinho. O casamento terminou em 2023, quando ela o denunciou por violência doméstica. Desde então, ela enfrenta uma série de ações ligadas a contratos que as perícias confirmam não terem sido assinados por ela. Questionado, Alexandre disse não ter comentários — por não integrar a ação. Uma resposta que deixa sem resposta a pergunta mais importante: afinal, quem assinou?

Um tribunal em São Paulo chegou a uma conclusão que Ana Hickmann vinha defendendo desde o início: sua assinatura em um contrato de mais de um milhão de reais com o Banco do Brasil é falsa. A perícia grafotécnica, divulgada pela assessoria da apresentadora na noite de sexta-feira, confirmou o que ela alegava — que nunca colocou sua caneta naquele documento, uma cédula de crédito no valor de R$ 1.051.430,44.

O banco não contestou o resultado do exame. Mas aqui está o nó: apesar de reconhecer que a assinatura é forjada, a Justiça manteve a cobrança da dívida em pé. A empresa que assinou o contrato, Hickmann Serviços, estava sob administração de Alexandre Corrêa, ex-marido de Ana. Segundo a defesa dela, foi ele quem assinou — não ela. A decisão judicial, portanto, reconhece a falsificação mas segue cobrando a dívida de quem não a contraiu.

Este não é um caso isolado. A assessoria de Ana aponta que outros processos envolvendo grandes instituições financeiras — Bradesco, Itaú, Safra — tiveram o mesmo resultado: perícias apontando que sua assinatura foi falsificada em contratos que ela nunca assinou. O padrão sugere algo sistemático, um problema que atravessa múltiplas instituições e múltiplos documentos.

Ana e Alexandre ficaram casados por mais de vinte anos. Tiveram um filho juntos, Alezinho. O casamento terminou em 2023, quando Ana denunciou o ex-marido por violência doméstica. Desde então, ela tem enfrentado uma série de ações judiciais relacionadas a contratos que ela nega ter assinado — contratos que, segundo as perícias, realmente não foram assinados por ela.

Quando a decisão foi divulgada, Alexandre Corrêa disse que não teria comentários. Segundo ele, não há razão para falar sobre o assunto porque ele não integra a ação judicial. É uma posição que deixa em aberto a questão de quem, afinal, assinou aqueles documentos em seu nome.

A decisão reforça a tese apresentada pela empresária desde o início do processo, de que ela nunca assinou a cédula de crédito
— Assessoria de Ana Hickmann
Não há motivo para comentar o caso por não integrar a ação judicial
— Alexandre Corrêa
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