Emissões de CRIs, CRAs, LCIs, LCAs e debêntures incentivadas triplicaram desde 2020, enquanto ofertas do Tesouro cresceram apenas 37%. Títulos isentos forçam o Tesouro a pagar juros mais altos, com estimativas de custo adicional de R$ 23,9 bilhões entre 2024 e primeiro semestre de 2026.
Juros altos reacendem debate sobre competição entre títulos isentos e dívida pública
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