Em um momento em que a inteligência artificial redefine a fronteira entre o que se testa e o que se lança ao mundo, o Itaú Unibanco escolheu apostar em uma ideia que inverte a lógica tradicional do risco: simular o futuro antes de vivê-lo. O banco investiu na Simile, startup americana fundada em 2019 que constrói modelos capazes de prever como pessoas, organizações e mercados reagem a diferentes cenários, participando de uma rodada que avaliou a empresa em US$ 2 bilhões. Mais do que uma aposta financeira, o movimento revela um banco que já conhecia a tecnologia por dentro — e decidiu, então, t