Nas águas disputadas do Golfo Pérsico, o Irã capturou um drone submarino não tripulado dos Estados Unidos — um equipamento de três toneladas avaliado em doze milhões de reais — transformando um ativo tecnológico americano em símbolo de vulnerabilidade e em ferramenta de poder para Teerã. O episódio não é apenas uma perda material, mas um momento de revelação: sobre os limites da superioridade militar, sobre a sofisticação crescente das capacidades iranianas, e sobre a fragilidade das operações de inteligência quando o adversário aprende a enxergar o invisível. Na longa história de confrontos i