No futebol, como na vida, a confiança é conquistada jogo a jogo — e pode ser perdida gol a gol. O Internacional avalia substituir Matheus Cunha por Anthoni na meta para o duelo de sábado contra a Chapecoense, na Arena Condá, após uma sequência de falhas que acendeu dúvidas internas sobre a segurança do titular. A decisão, que será tomada nos treinos de quinta e sexta-feira, revela o quanto a estabilidade de um time pode depender de escolhas feitas em silêncio, longe dos holofotes.
Inter pode trocar Matheus Cunha por Anthoni no gol contra Chapecoense
Nove gols em três jogos, com falhas que não deveriam acontecer
Por que o Inter está considerando tirar Cunha agora, depois de dez jogos seguidos?
Porque os números falam: treze gols em dez partidas, e mais importante, falhas claras em jogos recentes. O clube identificou erros específicos em movimentos que ele deveria ter evitado.
Mas vale lembrar que a defesa como um todo sofreu esses gols. Nove em três jogos é muito, mas não sabemos quanto disso é responsabilidade exclusiva do goleiro.
Anthoni estava no banco por quê? Cunha era melhor?
Cunha chegou e ganhou a posição. Anthoni perdeu espaço, mas nunca parou de treinar bem. Agora tem a chance de voltar.
A gente não sabe como Anthoni se saiu antes. Pode ser que Cunha tenha começado melhor e depois caiu de rendimento, ou pode ser que o time todo tenha piorado.
E Rochet? Ele volta logo?
Não. Está se recuperando de uma cirurgia de hérnia de disco. Só deve estar disponível em outubro, contra o Corinthians.
Isso significa que por pelo menos um mês, a escolha é entre Cunha e Anthoni. Não há terceira opção real.
O Pulso
- Treze gols sofridos em dez jogos e falhas identificadas contra Bahia, Grêmio e Santos colocam Matheus Cunha sob pressão real dentro do clube.
- A análise interna do Inter aponta erros específicos e defensáveis, transformando o que parecia uma titularidade consolidada em uma posição contestada.
- Anthoni, que perdeu espaço com a chegada de Cunha, treina bem e se mantém pronto para assumir o gol já neste fim de semana.
- A definição virá nos treinos de quinta e sexta-feira, com o técnico observando ambos antes da viagem ao oeste catarinense.
- Rochet, em recuperação de cirurgia de hérnia de disco, só deve retornar em outubro, deixando a disputa entre os dois goleiros como única equação possível por ora.
No futebol, como na vida, a confiança é conquistada jogo a jogo — e pode ser perdida gol a gol. O Internacional avalia substituir Matheus Cunha por Anthoni na meta para o duelo de sábado contra a Chapecoense, na Arena Condá, após uma sequência de falhas que acendeu dúvidas internas sobre a segurança do titular. A decisão, que será tomada nos treinos de quinta e sexta-feira, revela o quanto a estabilidade de um time pode depender de escolhas feitas em silêncio, longe dos holofotes.
O Inter vive um dilema discreto, mas de peso: quem defende o gol colorado no sábado, às 17h, na Arena Condá, diante da Chapecoense pela 27ª rodada do Brasileirão? Matheus Cunha, titular nas últimas dez partidas, pode perder a posição para Anthoni. A resposta virá nos treinos de quinta e sexta-feira.
O período de Cunha no gol não foi marcado pela solidez esperada. Nos três jogos mais recentes — contra Bahia, Grêmio e Santos —, o goleiro sofreu nove gols. No total, treze em dez partidas. Mais do que os números, são as falhas pontuais que pesam: o terceiro gol do Bahia, o segundo do Grêmio, o pênalti do Santos e situações consideradas defensáveis contra Corinthians e Remo entram na análise interna do clube.
Essas imprecisões reabrem a porta para Anthoni, que havia perdido espaço com a chegada do rival. Segundo relatos internos, o goleiro suplente segue bem nos treinos e está pronto para assumir a responsabilidade. Uma eventual mudança seria uma resposta direta às dificuldades recentes — uma tentativa de devolver estabilidade à defesa num momento em que o Colorado precisa de consistência.
Rochet, em recuperação de cirurgia de hérnia de disco, deve começar a trabalhar com bola nos próximos dias, mas dificilmente será relacionado antes de outubro. Até o retorno do uruguaio, a disputa entre Cunha e Anthoni definirá quem carrega a responsabilidade do gol coloradao.
O Inter enfrenta uma decisão delicada no gol para o confronto contra a Chapecoense pela 27ª rodada do Brasileirão. Matheus Cunha, que vinha como titular inconteste, pode ceder espaço para Anthoni no sábado, às 17h, na Arena Condá, no oeste catarinense. A definição virá nos treinos de quinta e sexta-feira, quando o técnico terá a última chance de avaliar o desempenho de ambos antes da viagem.
Cunha acumula dez partidas consecutivas como dono da posição, mas o período não foi marcado por segurança. Nos últimos três jogos — contra Bahia, Grêmio e Santos — o goleiro sofreu nove gols. No total, foram treze gols em dez partidas, um número que reflete não apenas a defesa como um todo, mas também falhas pontuais do próprio Cunha. Internamente, a análise do clube identifica erros específicos: o terceiro gol do Bahia, o segundo do Grêmio e o pênalti do Santos. Além disso, os gols sofridos contra Corinthians e Remo também são considerados defensáveis, situações que o goleiro deveria ter evitado.
Essas imprecisões abrem espaço para Anthoni recuperar a posição que perdeu quando Cunha chegou ao clube. O goleiro suplente segue treinando bem, segundo relatos internos, e está pronto para assumir a responsabilidade já neste fim de semana. A mudança representaria uma resposta direta às dificuldades recentes, uma tentativa de estabilizar a defesa em um momento em que o Colorado precisa de consistência.
Rochet, o terceiro goleiro, segue em recuperação após uma cirurgia de hérnia de disco. Nos próximos dias, ele deve começar trabalhos com bola, mas as chances de ser relacionado para o duelo contra o São Paulo, em 19 de setembro — último compromisso antes da pausa para data Fifa — são mínimas. O uruguaio deve ficar à disposição apenas em outubro, quando o Inter enfrentará o Corinthians no dia 7. Até lá, a disputa entre Cunha e Anthoni definirá quem segue como referência na posição.
Citações Notáveis
Internamente, a análise é de que Cunha errou movimentos no terceiro gol baiano, no segundo gremista e no pênalti santista— Análise interna do Inter