Inter pode trocar Matheus Cunha por Anthoni no gol contra Chapecoense

Nove gols em três jogos, com falhas que não deveriam acontecer
O desempenho recente de Matheus Cunha levou o Inter a considerar uma mudança na posição de goleiro.
Mark

Por que o Inter está considerando tirar Cunha agora, depois de dez jogos seguidos?

Mimi

Porque os números falam: treze gols em dez partidas, e mais importante, falhas claras em jogos recentes. O clube identificou erros específicos em movimentos que ele deveria ter evitado.

Luke

Mas vale lembrar que a defesa como um todo sofreu esses gols. Nove em três jogos é muito, mas não sabemos quanto disso é responsabilidade exclusiva do goleiro.

Mark

Anthoni estava no banco por quê? Cunha era melhor?

Mimi

Cunha chegou e ganhou a posição. Anthoni perdeu espaço, mas nunca parou de treinar bem. Agora tem a chance de voltar.

Luke

A gente não sabe como Anthoni se saiu antes. Pode ser que Cunha tenha começado melhor e depois caiu de rendimento, ou pode ser que o time todo tenha piorado.

Mark

E Rochet? Ele volta logo?

Mimi

Não. Está se recuperando de uma cirurgia de hérnia de disco. Só deve estar disponível em outubro, contra o Corinthians.

Luke

Isso significa que por pelo menos um mês, a escolha é entre Cunha e Anthoni. Não há terceira opção real.

  • Treze gols sofridos em dez jogos e falhas identificadas contra Bahia, Grêmio e Santos colocam Matheus Cunha sob pressão real dentro do clube.
  • A análise interna do Inter aponta erros específicos e defensáveis, transformando o que parecia uma titularidade consolidada em uma posição contestada.
  • Anthoni, que perdeu espaço com a chegada de Cunha, treina bem e se mantém pronto para assumir o gol já neste fim de semana.
  • A definição virá nos treinos de quinta e sexta-feira, com o técnico observando ambos antes da viagem ao oeste catarinense.
  • Rochet, em recuperação de cirurgia de hérnia de disco, só deve retornar em outubro, deixando a disputa entre os dois goleiros como única equação possível por ora.

No futebol, como na vida, a confiança é conquistada jogo a jogo — e pode ser perdida gol a gol. O Internacional avalia substituir Matheus Cunha por Anthoni na meta para o duelo de sábado contra a Chapecoense, na Arena Condá, após uma sequência de falhas que acendeu dúvidas internas sobre a segurança do titular. A decisão, que será tomada nos treinos de quinta e sexta-feira, revela o quanto a estabilidade de um time pode depender de escolhas feitas em silêncio, longe dos holofotes.

O Inter vive um dilema discreto, mas de peso: quem defende o gol colorado no sábado, às 17h, na Arena Condá, diante da Chapecoense pela 27ª rodada do Brasileirão? Matheus Cunha, titular nas últimas dez partidas, pode perder a posição para Anthoni. A resposta virá nos treinos de quinta e sexta-feira.

O período de Cunha no gol não foi marcado pela solidez esperada. Nos três jogos mais recentes — contra Bahia, Grêmio e Santos —, o goleiro sofreu nove gols. No total, treze em dez partidas. Mais do que os números, são as falhas pontuais que pesam: o terceiro gol do Bahia, o segundo do Grêmio, o pênalti do Santos e situações consideradas defensáveis contra Corinthians e Remo entram na análise interna do clube.

Essas imprecisões reabrem a porta para Anthoni, que havia perdido espaço com a chegada do rival. Segundo relatos internos, o goleiro suplente segue bem nos treinos e está pronto para assumir a responsabilidade. Uma eventual mudança seria uma resposta direta às dificuldades recentes — uma tentativa de devolver estabilidade à defesa num momento em que o Colorado precisa de consistência.

Rochet, em recuperação de cirurgia de hérnia de disco, deve começar a trabalhar com bola nos próximos dias, mas dificilmente será relacionado antes de outubro. Até o retorno do uruguaio, a disputa entre Cunha e Anthoni definirá quem carrega a responsabilidade do gol coloradao.

O Inter enfrenta uma decisão delicada no gol para o confronto contra a Chapecoense pela 27ª rodada do Brasileirão. Matheus Cunha, que vinha como titular inconteste, pode ceder espaço para Anthoni no sábado, às 17h, na Arena Condá, no oeste catarinense. A definição virá nos treinos de quinta e sexta-feira, quando o técnico terá a última chance de avaliar o desempenho de ambos antes da viagem.

Cunha acumula dez partidas consecutivas como dono da posição, mas o período não foi marcado por segurança. Nos últimos três jogos — contra Bahia, Grêmio e Santos — o goleiro sofreu nove gols. No total, foram treze gols em dez partidas, um número que reflete não apenas a defesa como um todo, mas também falhas pontuais do próprio Cunha. Internamente, a análise do clube identifica erros específicos: o terceiro gol do Bahia, o segundo do Grêmio e o pênalti do Santos. Além disso, os gols sofridos contra Corinthians e Remo também são considerados defensáveis, situações que o goleiro deveria ter evitado.

Essas imprecisões abrem espaço para Anthoni recuperar a posição que perdeu quando Cunha chegou ao clube. O goleiro suplente segue treinando bem, segundo relatos internos, e está pronto para assumir a responsabilidade já neste fim de semana. A mudança representaria uma resposta direta às dificuldades recentes, uma tentativa de estabilizar a defesa em um momento em que o Colorado precisa de consistência.

Rochet, o terceiro goleiro, segue em recuperação após uma cirurgia de hérnia de disco. Nos próximos dias, ele deve começar trabalhos com bola, mas as chances de ser relacionado para o duelo contra o São Paulo, em 19 de setembro — último compromisso antes da pausa para data Fifa — são mínimas. O uruguaio deve ficar à disposição apenas em outubro, quando o Inter enfrentará o Corinthians no dia 7. Até lá, a disputa entre Cunha e Anthoni definirá quem segue como referência na posição.

Internamente, a análise é de que Cunha errou movimentos no terceiro gol baiano, no segundo gremista e no pênalti santista
— Análise interna do Inter
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