Inter não aciona protocolo e Matheus Cunha pode atuar no Gre-Nal 453

A pancada foi no nariz, não justificando o protocolo
Técnico Paulo Pezzolano explicou por que o Inter não acionou protocolo de concussão após a saída de Matheus Cunha.
Mark

Por que o Inter não acionou o protocolo de concussão se o goleiro levou uma pancada na cabeça?

Mimi

Tecnicamente, segundo o técnico, a pancada foi no nariz, não na cabeça. É uma distinção que muda tudo em termos de protocolo.

Luke

Mas ele se chocou com a trave. Como sabemos com certeza onde foi o impacto principal? Isso é informação do técnico, não de um médico independente.

Mark

Então Matheus Cunha pode jogar no Gre-Nal?

Mimi

Pode, se estiver recuperado até quinta-feira. O Inter não o descartou, o que é diferente de dizer que ele está garantido.

Luke

Recuperado de quê, exatamente? A gente sabe que saiu de maca, mas não sabemos o diagnóstico preciso. Pancada no nariz pode ser simples ou pode ser mais complicado.

Mark

E se ele não conseguir se recuperar a tempo?

Mimi

Anthoni entra no lugar dele. É o goleiro que substituiu Cunha no jogo contra o Atlético-MG.

Luke

Anthoni é uma opção, mas não sabemos qual é o nível de confiança do técnico nele. E Rochet está fora por cirurgia, então não há terceira opção.

Mark

Isso muda a estratégia do Inter para o clássico?

Mimi

Muda bastante. Ter o goleiro titular é sempre preferível, especialmente em um clássico. Mas a incerteza até quinta-feira deixa o técnico em posição delicada.

Luke

A verdade é que não sabemos ainda. Tudo depende de como Cunha se sente nos próximos dias. O clube pode estar sendo otimista demais ao não acionar o protocolo.

  • Cunha saiu de maca aos 28 minutos do segundo tempo após se chocar com a trave ao defender uma cabeçada, gerando alarme imediato sobre sua condição.
  • A confusão inicial sobre o protocolo de concussão criou incerteza: informações contraditórias circularam antes de o clube esclarecer que o procedimento não foi acionado.
  • O técnico Pezzolano justificou a decisão com uma distinção anatômica precisa — pancada no nariz, não na cabeça — o que muda completamente o enquadramento médico e regulatório.
  • A ausência de Rochet, ainda em recuperação de cirurgia de hérnia de disco, deixa Anthoni como única alternativa real, elevando o peso de cada avaliação médica dos próximos dias.
  • O departamento médico do Inter tem até quinta-feira para determinar se Cunha estará apto — e a resposta pode definir o equilíbrio de forças no primeiro jogo do clássico.

No futebol, como na vida, a linha entre o repouso e o retorno é traçada por distinções sutis. Matheus Cunha, goleiro do Internacional, deixou o gramado do Beira-Rio de maca após colidir com a trave, mas o clube optou por não acionar o protocolo de concussão — pois o impacto, segundo o técnico Paulo Pezzolano, foi no nariz, não na cabeça. Essa diferença técnica mantém o goleiro disponível para o Gre-Nal 453, clássico das quartas de final da Copa do Brasil marcado para quinta-feira, desde que sua recuperação avance nos próximos dias.

Matheus Cunha saiu do gramado do Beira-Rio de maca aos 28 minutos do segundo tempo, após colidir com a trave durante o empate sem gols entre Inter e Atlético-MG. O goleiro havia acabado de defender uma cabeçada de Vitor Hugo quando o choque aconteceu. Anthoni entrou em seu lugar, e a dúvida sobre sua condição se instalou imediatamente.

O que poderia ter sido uma ausência automática ganhou contornos mais abertos quando o clube esclareceu que o protocolo de concussão não foi acionado. Segundo o técnico Paulo Pezzolano, o impacto foi no nariz — não na cabeça —, e essa distinção é determinante: o protocolo existe especificamente para casos de suspeita de traumatismo craniano. Sem esse enquadramento, Cunha não entra em repouso obrigatório e pode ser reavaliado.

O timing pesa sobre o Inter. O Gre-Nal 453, válido pelas quartas de final da Copa do Brasil, está marcado para quinta-feira, e a situação é agravada pela ausência de Rochet, ainda se recuperando de uma cirurgia de hérnia de disco. Anthoni é a única alternativa imediata. Nos próximos dias, o departamento médico fará avaliações para saber se o titular estará pronto — e essa resposta pode moldar o equilíbrio do clássico antes mesmo de a bola rolar.

Matheus Cunha saiu do gramado do Beira-Rio aos 28 minutos do segundo tempo após uma colisão com a trave, mas o Inter não acionou o protocolo de concussão — o que significa que o goleiro pode estar disponível para o clássico das quartas de final da Copa do Brasil na próxima quinta-feira.

O lance aconteceu durante o empate sem gols com o Atlético-MG. Cunha defendeu uma cabeçada de Vitor Hugo quando se chocou com a trave. Após o atendimento médico, foi retirado de maca e substituído por Anthoni. Inicialmente, informações indicavam que a saída havia sido registrada no protocolo de concussão, mas o clube esclareceu posteriormente que não foi esse o caso.

Segundo o técnico Paulo Pezzolano, a decisão de não acionar o protocolo se baseou no local do impacto: a pancada foi no nariz, não na cabeça. Essa distinção é relevante porque o protocolo de concussão é acionado especificamente quando há suspeita de traumatismo craniano. Com essa classificação, Cunha não entra automaticamente em repouso obrigatório e pode ser reavaliado nos próximos dias.

O timing é crucial para o Inter. O Gre-Nal das quartas de final da Copa do Brasil será o primeiro jogo da série, e ter o goleiro titular disponível é uma vantagem significativa. Se Cunha se recuperar completamente até quinta-feira, ele pode estar em campo. Caso contrário, Anthoni assume a posição.

A situação é complicada pela ausência de Rochet, o outro goleiro do elenco, que ainda se recupera de uma cirurgia de hérnia de disco. Isso deixa Anthoni como única alternativa imediata se Cunha não tiver condições de jogar. Nos próximos dias, o departamento médico do Inter fará avaliações para determinar se o goleiro terá recuperação completa a tempo do clássico.

A pancada foi no nariz
— Paulo Pezzolano, técnico do Inter
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