As agências de inteligência americanas passaram a considerar plausível que a Rússia tente, nos próximos anos, atacar um membro da Otan — não para iniciar uma guerra total, mas para sondar os limites da coesão ocidental. A mudança de avaliação reflete uma leitura renovada do comportamento de Putin sob pressão: em vez de recuar diante das dificuldades na Ucrânia, Moscou pode estar calculando uma provocação controlada. O que está em jogo não é apenas território, mas a credibilidade de uma aliança construída sobre a promessa de resposta coletiva.
Inteligência americana avalia risco de ataque russo à Otan nos próximos anos
Politics & Governance