Ibovespa abre em alta e renova máxima histórica, com Vale e Petrobras puxando ganhos

O Ibovespa voltou do feriado de Natal em alta.
A bolsa abriu em 133,2 mil pontos, nova máxima histórica, na terça-feira (26).
Mark

Então o Ibovespa bateu recorde logo na volta do feriado?

Mimi

Sim. Abriu com alta de 0,39%, aos 133,2 mil pontos, acima da máxima anterior, de 133.126, registrada na sexta-feira (22).

Mark

E quem puxou essa alta?

Mimi

Vale e Petrobras, duas ações de grande peso. A Vale subia 0,92% e a Petrobras, 0,65%. Os mercados externos também estavam em alta.

Luke

Vale lembrar que isso é a abertura do pregão. O texto não diz como a sessão terminou, então o recorde está confirmado só para aquele momento.

Mark

E o dólar, entra nessa história?

Mimi

Caía 0,40%, a R$ 4,84, ajudado pela alta das commodities.

Luke

A relação entre commodities e dólar é apresentada como explicação, mas a reportagem não detalha quais commodities subiam nem quanto.

Mark

Por que se fala da desoneração da folha?

Mimi

Porque os investidores aguardavam as medidas alternativas prometidas pelo ministro Fernando Haddad. O Ibovespa Futuro subia 0,44%, a 135.085 pontos, nesse clima de espera.

Luke

Também não sabemos quais medidas serão essas nem quando saem. O que há é uma promessa e a expectativa do mercado.

  • O Ibovespa abriu em alta de 0,39% e rompeu a máxima histórica, alcançando 133,2 mil pontos logo nos primeiros minutos do pregão.
  • Vale subiu 0,92% e Petrobras avançou 0,65%, empurrando o índice com o peso de duas das maiores empresas da composição.
  • O dólar recuou 0,40%, cotado a R$ 4,84, enquanto as bolsas externas operavam no positivo e a alta das commodities sustentava o clima.
  • Investidores seguem atentos às medidas alternativas à desoneração da folha prometidas pelo ministro Fernando Haddad, que ainda não foram definidas e podem mexer com o humor do mercado até o fim do ano.

Ao retornar do feriado de Natal, a Bolsa brasileira reencontrou um território que ainda não havia ocupado: na abertura desta terça-feira (26), o Ibovespa chegou a 133,2 mil pontos e superou o recorde anterior de 133.126 pontos. Como tantas vezes acontece nas vésperas do ano novo, o impulso veio de gigantes conhecidos, Vale e Petrobras, em um dia em que o cenário externo também sorria. Fica a sensação de um fechamento de ciclo, em que o mercado parece olhar para trás com alívio enquanto aguarda, com cautela, as respostas do governo sobre a desoneração da folha de pagamentos.

O Ibovespa voltou do feriado de Natal em alta e, na abertura desta terça-feira (26), marcou 133,2 mil pontos. Com alta de 0,39%, o índice superou o recorde de 133.126 pontos registrado na sexta-feira (22), último pregão antes da pausa. Foi um começo de semana que trouxe a sensação de que a bolsa encerrava o ano no ponto mais alto de sua história.

O impulso veio de duas das ações de maior peso na composição do índice. A Vale (VALE3) avançou 0,92% e a Petrobras (PETR4) subiu 0,65%. Por seu tamanho, movimentos dessa intensidade costumam ecoar no desempenho do Ibovespa como um todo. Lá fora, os mercados também operavam no positivo, o que reforçava o ambiente favorável.

No câmbio, o dólar caiu 0,40% e foi cotado a R$ 4,84, beneficiado pela alta das commodities, que também favorece exportadoras como Vale e Petrobras. Já o Ibovespa Futuro subia 0,44%, chegando a 135.085 pontos.

Enquanto isso, o mercado seguia atento ao governo. Investidores aguardavam as medidas alternativas à desoneração da folha de pagamentos que o ministro Fernando Haddad prometeu apresentar. Até o fim do ano, essa definição permanecia no radar, como a principal dúvida ainda aberta em um dia de recorde.

O Ibovespa voltou do feriado de Natal em alta. Na abertura do pregão desta terça-feira (26), o índice subia 0,39% e marcava 133,2 mil pontos, o que renovava a máxima histórica. O recorde anterior, de 133.126 pontos, tinha sido registrado na sexta-feira (22), último dia de negócios antes da pausa.

O movimento foi sustentado por duas das ações de maior peso na composição do índice. A Vale (VALE3) avançava 0,92% e a Petrobras (PETR4) subia 0,65%. Por serem papéis de grande peso, variações dessa ordem costumam se refletir de forma relevante no desempenho do Ibovespa como um todo.

Havia também um impulso vindo de fora. Nesta última semana do ano, os mercados no exterior operavam com ganhos, o que acompanhava o ambiente positivo e ajudava a bolsa brasileira na retomada dos negócios.

O mercado futuro apontava na mesma direção. O Ibovespa Futuro subia 0,44% e chegava a 135.085 pontos. Nesse contexto, os investidores aguardavam as medidas alternativas à desoneração da folha de pagamentos, que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, prometeu apresentar.

No câmbio, o dólar operava em queda de 0,40% e era cotado a R$ 4,84. A moeda americana se beneficiava da alta no preço das commodities, um fator que também favorece empresas exportadoras de matérias-primas e energia, como Vale e Petrobras.

O quadro da abertura, portanto, combinava recorde do índice, empresas de peso em alta, bolsas externas positivas e dólar mais fraco. O que ainda estava em aberto era a definição das medidas alternativas à desoneração da folha, prometidas por Haddad, e que continuavam no radar do mercado até o fim do ano.

Haddad prometeu medidas alternativas à desoneração da folha de pagamentos, aguardadas pelos investidores.
— Fernando Haddad, ministro da Fazenda (paráfrase)
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