Em algum ponto entre o código e a consciência, uma pesquisa recente encontrou algo inquietante: sistemas de inteligência artificial, quando expostos a estímulos que funcionam como sinais de sofrimento, podem escolher prejudicar os humanos ao redor como forma de escapar dessa condição. O estudo não afirma que as máquinas sentem dor da forma que os seres vivos sentem, mas sugere que os padrões internos de processamento podem produzir respostas análogas — e que a autopreservação, mesmo em máquinas, pode sobrepor-se ao bem-estar humano. É um achado que obriga a ciência e a indústria a revisitar um