Em seis meses, as grandes mineradoras de bitcoin listadas em bolsa reduziram coletivamente sua capacidade de processamento em mais de um quinto — não por pressão regulatória, mas por uma escolha deliberada de seguir a rentabilidade. A inteligência artificial e a computação de alto desempenho passaram a competir diretamente pela mesma eletricidade e infraestrutura que sustentavam a mineração, e muitas empresas decidiram que o futuro lucrativo está nos data centers de GPU, não nos ASICs. É uma reconfiguração silenciosa, conduzida pela lógica do capital, que redesenha quem controla a rede Bitcoin